segunda-feira, 1 de maio de 2017

REFLETINDO COM SANTO AGOSTINHO

A Virgem Maria

Entre todas as mulheres, Maria é a única a ser ao mesmo tempo Virgem e Mãe, não somente segundo o espírito, mas também pelo corpo. Ela é mãe conforme o espírito, não d’Aquele que é nossa Cabeça, isto é, do Salvador do qual ela nasceu, espiritualmente. Pois todos os que nele creram – e nesse número ela mesma se encontra – são chamados, com razão, filhos do Esposo (filii sponsi) (Mt 9,15). Mas, certamente, ela é mãe de seus membros, segundo o espírito, pois cooperou com sua caridade para que nascessem os fiéis na Igreja – os membros daquela divina Cabeça – da qual ela mesma é, corporalmente, a verdadeira mãe. Convinha, pois, que nossa Cabeça, por insigne milagre, nascesse segundo a carne de uma virgem, dando a entender que seus membros, que somos nós, haviam de nascer segundo o Espírito dessa outra virgem que é a Igreja. Somente Maria, portanto, é mãe e virgem, no espírito e no corpo. É Mãe de Cristo e também Virgem de Cristo.

[A Virgem Maria – Cem textos marianos com comentários. 4ª. ed. Trad. Nair de Assis Oliveira. – São Paulo: Paulus, 2007, p. 55].

Referindo-se à importância do pensamento agostiniano para o desenvolvimento e sedimentação da mariologia, afirma Ir. Nair de Assis Oliveira, Cônega de Santo Agostinho e Assessora do Centro de Estudos Agostinianos, no texto introdutório ao livro A Virgem Maria – Cem textos marianos com comentários: Nossa mariologia católica atual deve muitíssimo ao grande mestre Agostinho. Suas reflexões contribuíram de maneira decisiva para a difusão do conhecimento e da devoção a Maria em toda a Igreja. A tal ponto que podemos afirmar, sem receio de exagero, que a substância do culto mariano de nossos dias encontra na obra agostiniana uma de suas mais convincentes e calorosas explicitações (p. 16).

Embora santo Agostinho não tenha dedicado uma obra exclusiva a Maria, o tema é recorrente em diversos escritos seus, conforme Ir. Nair, além do que teria sido o bispo de Hipona um dos grandes responsáveis pela disseminação da devoção à Virgem Maria a partir de meados do século V.

O livro aqui apresentado teve como referência uma outra obra, de autoria do cardeal Michele Pellegrino (1903-1987), publicada em 1954. Em que pese a referência, porém, este que ora comentamos traz alguns acréscimos e supressões em relação àquele.

Os cem textos aqui apresentados são divididos em três grupos: textos extraídos das obras redigidas do ano 388 a 411, trechos de sermões pronunciados do ano de 391 a 430 e, por último, textos extraídos dos escritos do ano 412 a 430. A cada texto do santo foi acrescentado um comentário explicativo.

A leitura dos escritos de santo Agostinho é sempre fonte de inesgotável prazer. Sua capacidade de conduzir o leitor pelos meandros do seu raciocínio sempre dotado de grande poder persuasivo é invejável. Mesmo não sendo um agostinólogo, pois conheço pouco a obra do santo Doutor, e percebo em seus escritos o uso de uma forma de raciocínio que prima pela clareza. Começa-se a ler santo Agostinho e a vontade que se tem é de não mais parar. Na apresentação que faz dos argumentos aduzidos para sustentar seus pontos de vista,  calcados numa lógica insofismável, o santo segue uma linha de raciocínio tal que se torna difícil ao leitor contradizê-lo.

Além dos aspectos acima apontados, a beleza da escrita agostiniana encanta a cada trecho, a cada linha. Quase sempre, quando o tema é Maria, os escritores fazem vir a lume o que há de mais poéticos em si mesmos. Parece que apenas o intuito de escrever sobre a Virgem Maria já constitui garantia suficiente de que dali brotará um texto poético. No caso de santo Agostinho, o leitor que se permitir o prazer de folhear o livro aqui comentado será agraciado com alguns textos de extrema beleza, como o que cito a seguir:

Exultem de gozo os homens! Exultem de alegria as mulheres! Cristo nasceu homem e nasceu de uma mulher. Nele, ambos os sexos estão dignificados. Que se voltem para o segundo homem todos os que haviam sido condenados com o primeiro (Adão). Uma mulher nos induzira à morte. Uma outra trouxe-nos a Vida. Dela nasceu um filho, semelhante à carne de pecado (Rm 83,). Assim, pois, não culpemos a carne, mas para que viva a natureza, morra a culpa. Pois nasceu sem pecado Aquele em quem devia renascer o que se achava na culpa (p. 84).

Autor: Vasco Arruda- Psicólogo, professor de História das Religiões e Psicologia da Religião.




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CATEQUESE: MARIA NA VIDA DO CATEQUISTA



Colocar uma imagem de Nossa Senhora em lugar de destaque no local da reunião ou encontro.

- Comentário: É o amor que inventa os nomes e no nome diz o de que mais gosta na pessoa amada. Quanto mais amada, tanto mais nomes! O amor do povo inventou muitos nomes para a Mãe de Jesus. (lembrar os nomes dados à mãe de Jesus: N. Sra. das Dores, Aparecida, Mãe Rainha etc.).

- São tantos nomes que não acabaríamos de falar. Nossa Senhora nos acompanha no desterro e na solidão, nas dores e na morte. Vai conosco em todo canto e alimenta a nossa esperança com a sua ajuda, com os seus conselhos, com a sua consolação. Carregando a imagem Maria, carregamos a esperança de um dia poder chegar lá aonde ela já chegou, e murmuramos sem parar, Ave Maria...

- Lembrar as músicas sobre Maria, que mais marcaram a vida de cada um, quem sabe é possível cantar um trecho de cada uma. Iremos verificar que a nossa fé sempre teve a companhia de Maria. A Ave-Maria normalmente era a primeira oração que a mãe ensinava para os seus filhos pequenos. De alguém muito ignorante em matéria de religião, costuma-se dizer que “não sabe nem a Ave-Maria”. O Pe. Zezinho condensou poeticamente esta experiência na música “Maria de minha infância”: Eu era pequeno, nem me lembro, só(me) lembro que à noite, ao pé da cama juntava as mãozinhas e rezava apressado, mas rezava como alguém que ama. Das Ave-marias que eu rezava, eu sempre engolia umas palavras. E muito cansado acabava dormindo, mas dormia como alguém que amava.

Ave, Maria, mãe de Jesus, o tempo passa, não volta mais. Tenho saudade daquele tempo, que eu te chamava de minha mãe. Ave, Maria, mãe de Jesus, Ave, Maria, mãe de Jesus.

- Fazer um levantamento dos nomes das mulheres do grupo de catequistas. Verificar se trazem o nome de Maria, como por exemplo: Aparecida, Maria do Carmo, Fátima... Por que esta escolha?

Maria é bendita entre as mulheres 

Nós hoje queremos ser livres e buscamos em tudo a liberdade. Maria dialogou com Deus e se colocou diante dele como pessoa decidida. Deus a tratou com liberdade e deixou que ela lhe respondesse também com liberdade. Maria nos ensina, portanto, a construir a história mediante uma vida agradável a Deus.

Ela nos ensina a não colocar nossa confiança nos poderosos, mas assumir a tarefa de libertar, de promover e de realizar a vida nova, a utopia cristã no Magnificat. (Lc 1,46-55). 

Olhando nossas comunidades hoje, onde a mulher tem um papel fundamental, quantas Marias não estão agora cuidando dos trabalhos pastorais, com alegria, disponibilidade e profecia! Quantas catequistas!

Esta é a hora de Maria, isto é, o tempo do Novo Pentecostes a que ela preside com sua oração, quando sob o influxo do Espírito Santo a Igreja inicia um novo caminho em seu peregrinar. Que Maria seja, nesse caminho, a estrela da evangelização sempre renovada (cf. Puebla 81) e nos inspire a ser catequistas do Reino. 

Maria era uma moça simples. Era porta-voz da esperança de todo um povo, do Povo Deus! Maria, além de ser do povo, era também de Deus, totalmente, e Deus estava com ela! Ser de Deus e do Povo! Estes dois pontos marcam a vida da nossa Senhora. E é por isso que a gente a venera com tanto entusiasmo, carregando a imagem nos andores e invocando o seu nome. Peçamos que ela seja nossa companheira na missão de construirmos um mundo novo, como pede o seu Filho Jesus.

Sugestão para a oração final

- Espalhar no chão em círculo gravuras de mulheres e colocar também uma imagem de N. Sra. e uma vela.  Colocar uma faixa com os seguintes dizeres: “O Senhor fez em mim maravilhas. Santo é seu nome” (Lc 1,49).

Rezemos juntos:

Maria, tu és o sinal de esperança certa e de consolo para nós, que ainda peregrinamos na terra.

Dá-nos um coração simples e pobre como o teu, para poder esperar verdadeiramente.

Dá-nos um coração orante e contemplativo para descobrir constantemente as pegadas do Senhor em nossa história.

Dá-nos um coração sereno e forte para que degustemos a cruz pascal e contagiemos os homens a alegria de seguir seu Filho Jesus.

Amém.

Ave Maria...

Cantemos:  Senhora e Rainha (música de Pe. Zezinho)
O povo te chama de Nossa Senhora, por causa de Nosso Senhor.
O povo te chama de mãe e rainha, porque Jesus Cristo é o rei do céu.
E por não te ver como desejaria, te vê com os olhos da fé.
Por isso ele coroa a tua imagem, Maria, por seres a mãe de Jesus,
por seres a mãe de Jesus de Nazaré.

Como é bonita uma religião que se lembra da Mãe de Jesus.
Mais bonito é saber quem tu és!
Não és deusa, não és mais que Deus, mas, depois de Jesus, o Senhor,
neste mundo ninguém foi maior.

Aquele que lê a palavra divina, por causa de Nossa Senhora,
Já sabe que o livro de Deus nos ensina que só Jesus Cristo é o intercessor!
Porém, se podemos orar pelos outros, a mãe de Jesus pode mais!...
Por isso te pedimos em prece ó Maria, que leves o povo a Jesus,
porque, de levar a Jesus, entendes mais!




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NOTÍCIAS DA IGREJA: PARA FRANCISCO E VATICANO



Mensagem de Páscoa do papa Francisco na Bênção Urbi et Orbi


Após a celebração da Ressurreição na Praça São Pedro, neste domingo, 16 de abril, o Papa deu a tradicional Bênção para a cidade e o mundo.

A Bênção Urbi et Orbi, que quer dizer: à cidade (de Roma) e ao mundo, é dada pelo Papa por ocasião da Páscoa e do Natal. Ele dá essa bênção da sacada central da Basílica São Pedro.

 “Queridos irmãos e irmãs,

Feliz Páscoa!

Hoje, em todo o mundo, a Igreja renova o anúncio maravilhoso dos primeiros discípulos: «Jesus ressuscitou!”.» - «Ressuscitou verdadeiramente, como havia predito!”.»

A antiga festa de Páscoa, memorial da libertação do povo hebreu da escravidão, alcança aqui o seu cumprimento: Jesus Cristo, com a sua ressurreição, libertou-nos da escravidão do pecado e da morte e abriu-nos a passagem para a vida eterna. Todos nós, quando nos deixamos dominar pelo pecado, perdemos o caminho certo e vagamos como ovelhas perdidas. Mas o próprio Deus, o nosso Pastor, veio procurar-nos e, para nos salvar, abaixou-Se até à humilhação da cruz. E hoje podemos proclamar: «Ressuscitou o bom Pastor, que deu a vida pelas suas ovelhas e Se entregou à morte pelo seu rebanho. Aleluia!» (Missal Romano, IV Domingo de Páscoa, Antífona da Comunhão).

Através dos tempos, o Pastor ressuscitado não Se cansa de nos procurar, a nós seus irmãos extraviados nos desertos do mundo. E, com os sinais da Paixão – as feridas do seu amor misericordioso –, atrai-nos ao seu caminho, o caminho da vida. Também hoje Ele toma sobre os seus ombros muitos dos nossos irmãos e irmãs oprimidos pelo mal nas suas mais variadas formas.

O Pastor ressuscitado vai à procura de quem se extraviou nos labirintos da solidão e da marginalização; vai ao seu encontro através de irmãos e irmãs que sabem aproximar-se com respeito e ternura e fazer sentir àquelas pessoas a voz d’Ele, uma voz nunca esquecida, que as chama à amizade com Deus.

Cuida de quantos são vítimas de escravidões antigas e novas: trabalhos desumanos, tráficos ilícitos, exploração e discriminação, dependências graves. Cuida das crianças e adolescentes que se veem privados da sua vida despreocupada para ser explorados; e de quem tem o coração ferido pelas violências que sofre dentro das paredes da própria casa.

O Pastor ressuscitado faz-Se companheiro de viagem das pessoas que são forçadas a deixar a sua terra por causa de conflitos armados, ataques terroristas, carestias, regimes opressores. A estes migrantes forçados, Ele faz encontrar, sob cada ângulo do céu, irmãos que compartilham o pão e a esperança no caminho comum.

Nas vicissitudes complexas e por vezes dramáticas dos povos, que o Senhor ressuscitado guie os passos de quem procura a justiça e a paz; e dê aos responsáveis das nações a coragem de evitar a propagação dos conflitos e deter o tráfico das armas.

Concretamente nos tempos que correm, sustente os esforços de quantos trabalham ativamente para levar alívio e conforto à população civil na Síria, vítima duma guerra que não cessa de semear horrores e morte. Conceda paz a todo o Médio Oriente, a começar pela Terra Santa, bem como ao Iraque e ao Iémen.

Não falte a proximidade do Bom Pastor às populações do Sudão do Sul, do Sudão, da Somália e da República Democrática do Congo, que sofrem o perdurar de conflitos, agravados pela gravíssima carestia que está a afetar algumas regiões da África.

Jesus ressuscitado sustente os esforços de quantos estão empenhados, especialmente na América Latina, em garantir o bem comum da sociedade, por vezes marcadas por tensões políticas e sociais que, nalguns casos, desembocaram em violência. Que seja possível construir pontes de diálogo, perseverando na luta contra o flagelo da corrupção e na busca de soluções pacíficas viáveis para as controvérsias, para o progresso e a consolidação das instituições democráticas, no pleno respeito pelo estado de direito.

Que o Bom Pastor ajude ucraniana, atormentada ainda por um conflito sangrento, a reencontrar a concórdia, e acompanhe as iniciativas tendentes a aliviar os dramas de quantos sofrem as suas consequências.

O Senhor ressuscitado, que não cessa de cumular o continente europeu com a sua bênção, dê esperança a quantos atravessam momentos de crise e dificuldade, nomeadamente por causa da grande falta de emprego, sobretudo para os jovens.

Queridos irmãos e irmãs, este ano, nós, os crentes de todas as denominações cristãos, celebramos juntos a Páscoa. Assim ressoa, a uma só voz, em todas as partes da terra, o mais belo anúncio: «O Senhor ressuscitou verdadeiramente, como havia predito!». Ele, que venceu as trevas do pecado e da morte, conceda paz aos nossos dias. Feliz Páscoa!”.

Ao final de sua mensagem, o Santo Padre concedeu a todos a sua Bênção Apostólica, pedindo "não se esqueçam de rezar por mim".  Feliz Páscoa!

Papa Francisco

 

 

Bento XVI festeja com amigos e familiares seus 90 anos



Joseph Ratzinger recebeu em sua residência, o mosteiro Mater Ecclesiae nos Jardins Vaticanos, uma delegação de sua terra natal, a Baviera. As fotos divulgadas pelo jornal L’Osservatore Romano retraem Bento XVI bem disposto, sorridente, tomando inclusive um copo de cerveja acompanhado de seu irmão Georg, três anos mais velho, e do seu secretário particular, Georg Ganswein.

O Papa emérito agradeceu pelo afeto recebido e agradece a Deus por ter-lhe oferecido uma “vida bela, intensa, com altos e baixos”.

O Papa Francisco cumprimentou pessoalmente Bento XVI na quarta-feira passada (12/04), antes do início do tríduo pascal.



Papa: a misericórdia abre a porta da mente e do coração



Cidade do Vaticano (RV) – “A misericórdia é a pedra angular na vida de fé”: palavras do Papa que antecederam a oração mariana do Regina Caeli neste II domingo de Páscoa, dedicado à Divina Misericórdia.

Aos milhares de fiéis reunidos na Praça S. Pedro, Francisco explicou que este domingo, na tradição da Igreja, era chamado “in albis” (alba). A expressão evocava o rito do batismo na Vigília de Páscoa e veste branca ofertada para a ocasião. No passado, esta veste era usada por uma semana, até o domingo in albis, quando era retirada, e os neófitas iniciavam sua nova vida em Cristo e na Igreja. Já no Jubileu do Ano 2000, São João Paulo II teve “a belíssima intuição” de dedicar o II domingo de Páscoa à Divina Misericórdia.

No dia da ressurreição de Jesus, a misericórdia se apresenta como perdão dos pecados, como narrado no Evangelho deste domingo. Cristo diz aos seus discípulos: “A quem perdoardes os pecados eles lhes serão perdoados”; e transmitiu à sua Igreja, como primeira tarefa, a missão de levar a todos o anúncio concreto do perdão.

A misericórdia abre a porta da mente

A experiência da misericórdia, acrescentou o Papa, abre a porta da mente para compreender melhor o mistério de Deus e da nossa existência pessoal. “Faz entender que a violência, o rancor, a vingança não têm qualquer sentido, e a primeira vítima é quem vive desses sentimentos, porque se priva da própria dignidade.”

A misericórdia abre a porta do coração

Francisco ressaltou que a misericórdia abre também a porta do coração e permite expressar a proximidade, sobretudo aos que estão sós e marginalizados, porque os faz sentir irmãos e filhos de um só Pai. “A misericórdia aquece o coração e o torna sensível às necessidades dos irmãos com a compartilha e a participação. A misericórdia, enfim, compromete todos a serem instrumentos de justiça, de reconciliação e de paz. Jamais nos esqueçamos de que a misericórdia é a pedra angular na vida de fé, e a forma concreta com a qual damos visibilidade à ressurreição de Jesus.”

Devotos da Divina Misericórdia

Ao final da oração do Regina Caeli, o Papa saudou de modo especial os devotos da Divina Misercórdia, e recordou a beatificação em Oviedo, na Espanha do Pe. Luis Antonio Rosa Ormières. Francisco agradeceu e retribui os votos de feliz Páscoa que recebeu de milhares de fiéis. 

 

 

Jacinta e Francisco serão canonizados em 13 de maio em Fátima


Jacinta e Francisco Marto, os dois pastorezinhos que tiveram visões de Nossa Senhora em 1917, serão canonizados pelo Papa Francisco em Fátima, em 13 de maio.


A confirmação deu-se na manhã desta do dia 20/04 durante o Consistório Ordinário Público, presidido pelo Santo Padre no Vaticano. Serão as primeiras crianças não mártires a serem proclamadas Santas. Na mesma data, há 17 anos, os dois irmãos eram beatificados por João Paulo II.


Cardeal Braz de Aviz é o enviado do Papa para evento mundial dos Cursilhos




Cardeal Sérgio da Rocha toma posse do título cardinalício em Roma



Cidade do Vaticano (RV) – “Sinal da comunhão com o Santo Padre e com a Igreja em Roma”: com este espírito, o Arcebispo de Brasília, Card. Sérgio da Rocha, tomou posse do título cardinalício na Basílica de Santa Cruz ‘in via Flaminia’.

Criado Cardeal pelo Papa Francisco em 19 de novembro de 2016, em entrevista à Rádio Vaticano o Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) explica esta celebração, que ele define como “ato simbólico, de significado muito precioso”.

“Não há uma atuação direta nessas igrejas, mas um vínculo de pertença.”




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NOTÍCIAS DA IGREJA: CNBB

CONFERÊNCIA NACIONAL DO BRASIL (CNBB)

 

Mensagem de Páscoa da CNBB

 

Dom Leonardo Steiner: "Cristo vencedor da morte, abre caminho novo, ilumina os passos! Ele está no meio de nós como o Vivente!".





Iniciação à vida cristã é o tema da 55º Assembleia Geral dos Bispos



Entre os dias 26 de abril e 5 de maio de 2017, os bispos do Brasil se reunirão em Aparecida (SP), para a 55º Assembleia Geral da CNBB. O encontro anual do episcopado brasileiro trabalhará o tema: “Iniciação à vida cristã: um processo formativo do discípulo missionário de Jesus Cristo”. São aguardados mais de 300 bispos (entre ativos e eméritos), que participarão das discussões da Assembleia.

Em entrevista ao Portal A12, o Cardeal Sérgio da Rocha, arcebispo da Brasília, contou que a escolha do tema foi baseada nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora para o Brasil (DGAE), que é o documento que traz as orientações pastorais do quadriênio 2015-2019. A iniciação à vida cristã é uma das cinco urgências desta ação.

“A iniciação cristã se aplica aqueles que estão sendo iniciados na fé, sejam crianças, adultos ou jovens. Nós estamos precisando dar mais atenção à iniciação cristã, isto é, à catequese primeiramente, mas também aos ritos de iniciação cristã, a começar do Batismo que precisa ser mais valorizado, melhor preparado e vivenciado”, explicou Dom Sérgio.

Além do tema central, a Assembleia também trará outros assuntos para o debate, como o Ano Mariano e o tricentenário do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, as novas formas de consagração e as novas comunidades, os 10 anos da Conferência de Aparecida e o Sínodo dos Jovens estarão em pauta.

 

 

CNBB lança novo portal para fortalecer a ação evangelizadora da Igreja no Brasil



No dia 26 de abril de 2017 entrará no ar o novo portal da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no endereço www.cnbb.org.br. Com esta inovação, segundo o secretário geral da CNBB e bispo auxiliar de Brasília, dom Leonardo Steiner, a CNBB buscará dar um novo dinamismo na comunicação digital e na ação evangelizadora da Igreja no Brasil, reforçando uma visão de conjunto de sua identidade e ação.

Pe. Rafael Vieira, assessor de imprensa da CNBB, explica que a reformulação do portal buscou integrar, em uma só plataforma, as modernas tecnologias para facilitar a acessibilidade das informações e principalmente aumentar a sinergia entre a produção do conteúdo e a sua distribuição nos diversos canais de comunicação da CNBB. 

Baseado na ideia de que os usuários poderão acessar a informação, formação e serviços em todos os momentos, lugares e dispositivos, o novo portal trará diferentes espaços editoriais, entre eles o de produção própria da CNBB, com matérias em destaque produzidas e checadas pela equipe de jornalistas de sua assessoria de imprensa.

Sinergia e parceria

Uma nova dinâmica buscará ser valorizada com este novo portal, explica Pe. Rafael. “Com o novo portal buscaremos valorizar, por meio de um trabalho de sinergia e de parceria, o que é produzido pelos regionais, incentivando que estes mantenham suas páginas sempre atualizadas com as informações relevantes para o conjunto da Igreja”, ressalta. 

Artigos produzidos pelos bispos brasileiros também terão destaque na nova plataforma. Assim como as informações das comissões, pastorais e organismos da CNBB. O site também conta com espaço para banners de eventos em destaque da Igreja, campanhas, atividades e formulários. 

O novo portal buscará a combinação de sons, imagens, animações, vídeos e textos para diversos suportes como smartphones, tablets e computadores. A divulgação de notícias dará destaque a informações que se enquadrem no critério de relevância para a Igreja no Brasil, para a CNBB e para as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora.




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NOTÍCIAS DA IGREJA: ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

Museu brasileiro apresenta estátua de cera do Papa Francisco

Réplica em tamanho real do Papa Francisco foi apresentada ao público em missa do domingo de Páscoa (16/4).


A réplica do Papa Francisco ficou pronta depois de seis meses de trabalho de uma equipe de artesãos de Londres, tem tamanho e proporções reais ao Pontífice, cabelos naturais e implantados fio a fio.

A estátua está exposta no Museu de Cera de Petrópolis, que recebe cerca de 800 visitantes por final de semana e já conta com um total de 28 estátuas, entre elas, a de João Paulo II.

O museu fica aberto de terça a domingo, no Centro Histórico de Petrópolis. Outras informações podem ser conferidas no site oficial:




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NOTICIAS DA IGREJA: PARÓQUIA N. SRA. LOURDES

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE LOURDES

CELEBRAÇÃO PENITENCIAL DO CLERO DA LAPA

Na manhã desta terça-feira (04.04.17) o clero da Região Episcopal Lapa reuniu-se na paróquia Nossa Senhora de Lourdes (São Paulo-SP) para a Celebração Penitencial em preparação para a Semana Santa e Páscoa do Senhor.

Os sacerdotes e diáconos foram acolhidos pelo pároco Frei Alcimar Fioresi e demais religiosos do Teologado Santa Mônica.


Veja mais fotos no site da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes:
http://www.pnslourdes.com.br/galeria.htm.


ANIVERSÁRIO DO TERÇO DOS HOMENS


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COMO FOI CELEBRADO O TRÍDUO PASCAL EM NOSSA PARÓQUIA

Quinta-Feira Santa

Presidiu a Eucaristia FREI MARCUS VINÍCIUS e estiveram presentes todos os frades do Teologado Santa Mônica.



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Sexta-Feira Santa

Presidiu a Eucaristia FREI TONINHO e estiveram presentes todos os frades do Teologado Santa Mônica.





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VIGÍLIA PASCAL NO SÁBADO SANTO

Presidiu a Eucaristia FREI ALCIMAR e estiveram presentes todos os frades do Teologado Santa Mônica.




A nossa Comunidade paroquial também compareceu em grande número e participou do Tríduo Pascal com muita fé.

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INSCRIÇÕES PARA O CRISMA

As inscrições para o Crisma já estão abertas para jovens a partir de 14 anos de idade.


CONVITE PARA O DIA 22 DE MAIO, DIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA


VENHA PARTICIPAR DA MISSA DA COMUNIDADE. ELA ACONTECE SEMPRE NO ÚLTIMO SÁBADO DO MÊS, ÀS 20H00.



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