sábado, 1 de novembro de 2014

AGENDA PAROQUIAL

Calendário – novembro 2014

01
SAB
Solenidade de Todos os Santos
02
DOM
31.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS.  Mt 11,25-30: A morte é uma passagem para a vida eterna.
Finados – Missa no Cemitério da Lapa 10h00
03
SEG
Terço dos Homens às 20h00
06
QUI
Comemoração dos Falecidos da Ordem dos Agostinianos Recoletos.
07
SEX
1ª sexta-feira: Adoração ao Santíssimo a partir das 9h00 e Missa com Bênção do Santíssimo às 19h00
08
SAB
1ª Eucaristia das crianças do Colégio Madre Paula Montalt às 10h00
09
DOM
32.º D.T.C. DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DOM LATRÃO (Catedral de Roma). Festa. Jo 2,13-32: Não faças da casa de meu Pai uma casa de comércio.
12
QUA
Palestra às 19h00
13
QUI
Festa de Todos os Santos da Ordem dos Agostinianos Recoletos.
Preparação de Pais e Padrinhos para Batismo às 20h00
15
SAB
Feriado – Proclamação da República
Cinema com a Comunidade após a Missa.
16
DOM
33.º D.T.C. - Mt 25,14-30: Os talentos recebidos e restituídos.
Crisma às 10h30 com Dom Fernando Penteado.
Almoço Pró – Padroeira a partir das 12h30
20
QUI
Feriado – Dia Consciência Negra
21
SEX
Apresentação de Nossa Senhora. Memória.
22
SAB
Santa Cecília, Virgem e Mártir, Memória.
Santa Rita - Missa às 15h00
Reunião LM às 15h00
23
DOM
34.º D.T.C. NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO, Solenidade
MT 25,31-46: O último julgamento.
1ª Eucaristia Paróquia às 10h30
27
QUI
Nossa Senhora da Medalha Milagrosa - Nossa Senhora das Graças. Dia Nacional de Ação de Graças.
29
SAB
Bazar Beneficente às 08h00
30
DOM
1º  DOMINGO DO ADVENTO
Mc 13,33-37: Vigilância.



Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Novembro 2014
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa - SP
Site da Paróquia: http://www.pnslourdes.com.br

NOTÍCIAS DA IGREJA

Papa no encerramento do Sínodo: "Esta é a Igreja, nossa mãe!"

Redação com Rádio Vaticano


No final da tarde de sábado, 18 de outubro, o Papa Francisco proferiu um discurso por ocasião do encerramento da III Assembleia Geral Extraordináriado Sínodo dos Bispos sobre os desafios pastorais da família no contexto da evangelização.

Eis a íntegra do pronunciamento:

“Queridas Eminências, Beatitudes, Excelências, irmãos e irmãs,

Com um coração pleno de reconhecimento e de gratidão, gostaria de agradecer, junto a vós, ao Senhor que nos acompanhou e nos guiou nos dias passados, com a luz do Espírito Santo!

Agradeço de coração Sua Eminência o senhor Cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário Geral do Sínodo, Sua Eminência Dom Fabio Fabene, Sub-Secretário, e com eles agradeço o Relator, Sua Eminência Cardeal Peter Erdö que trabalhou tanto, mesmo nos dias de luto familiar, e o Secretário Especial, Sua Eminência Dom Bruno Forte, os três Presidentes delegados, os escritores, os consultores, os tradutores e os anônimos, todos aqueles que trabalharam com verdadeira fidelidade nos bastidores e com total dedicação à Igreja, sem parar: muito obrigado de coração!

Agradeço igualmente a todos vocês, Padres Sinodais, Delegados Fraternos, Ouvintes e Assessores para vossa participação ativa e frutuosa. Levarei vocês na oração, pedindo ao Senhor para recompensar-vos com a abundância da graça dos seus dons!

Eu poderia tranquilamente dizer que – com um espírito de colegialidade e de sinodalidade – vivemos realmente uma experiência de “Sínodo”, um percurso solidário, um “caminho juntos”.

E tendo sido “um caminho” – e como em todo caminho -, houve momentos de corrida veloz, quase correndo contra o tempo prá chegar logo à meta; em outros, momentos de cansaço, quase querendo dizer basta; outros momentos de entusiasmo e de ardor. Houve momentos de profunda consolação, ouvindo os testemunhos dos pastores verdadeiros (cf. João 10 e Cann. 375, 386, 387) que levam no coração sabiamente as alegrias e as lágrimas dos seus fieis. Momentos de consolação e graça e de conforto escutando os testemunhos das famílias que participaram do Sínodo e partilharam conosco a beleza e a alegria de sua vida matrimonial. Um caminho onde o mais forte sentiu o dever de ajudar o mais fraco, onde o mais esperto se apressou em servir os outros, mesmo por meio dos debates. E sendo um caminho de homens, com as consolações houve também outros momentos de desolação, de tensão e de tentações, das quais se poderiam mencionar algumas possibilidades:

- Uma: a tentação de enrijecimento hostil, isto é, de querer fechar-se dentro do escrito (a letra) e não deixar-se surpreender por Deus, pelo Deus das surpresas (o espírito); dentro da lei, dentro da certeza daquilo que conhecemos e não daquilo que devemos ainda aprender e atingir. Desde o tempo de Jesus, é a tentação dos zelosos, dos escrupulosos, dos cuidadosos e dos assim chamados – hoje – “tradicionalistas” e também dos “intelectualistas”.

- A tentação do “bonismo” destrutivo, que em nome de uma misericórdia enganadora, enfaixa as feridas sem antes curá-las e medicá-las; que trata os sintomas contra os pecadores, os fracos, os doentes (cf. Jo 8,7), isto é, transformá-los em “fardos insuportáveis” (Lc 10,27).

- A tentação de descer da cruz, para acontentar as pessoas, e não permanecer ali, para realizar a vontade do Pai; de submeter-se ao espírito mundano ao invés de purificá-lo e submeter-se ao Espírito de Deus.

- A tentação de negligenciar o “depositumfidei”, considerando-se não custódios, mas proprietários ou donos ou, por outro lado, a tentação de negligenciar a realidade utilizando uma língua minuciosa e uma linguagem “alisadora” (polida) para dizer tantas coisas e não dizer nada”. Os chamavam “bizantinismos”, acho, estas coisas...

Queridos irmãos e irmãs, as tentações não devem nem nos assustar nem desconcertar e muito menos desencorajar, porque nenhum discípulo é maior do que seu mestre; portanto se Jesus foi tentado – ate mesmo chamado de Belzebu (cf. MT 12, 24) – os seus discípulos não devem esperar um tratamento melhor.

Pessoalmente, ficaria muito preocupado e triste se não houvesse estas tentações e estas discussões animadas; este movimento dos espíritos, como chamava Santo Inácio (EE, 6), se tudo tivesse sido de acordo ou taciturno em uma falsa e ‘quietista’ paz. Ao contrário, vi e escutei – com alegria e reconhecimento – discursos e pronunciamentos plenos de fé, de zelo pastoral e doutrinal, de sabedoria, de franqueza, de coragem: e de parresia. E senti que foi colocado diante dos próprios olhos o bem da Igreja, das famílias e a “suprema Lex”, a “salusanimarum” (cf. Can. 1752). E isto sempre – o dissemos aqui, na Sala – sem colocar nunca em discussão as verdades fundamentais do Sacramento do Matrimônio: a indissolubilidade, a unidade, a fidelidade e a ‘procriatividade’, ou seja, a abertura à vida (cf. Cann. 1055, 1056 e GaudiumetSpes 48).

E esta é a Igreja, a vinha do Senhor, a Mãe fértil e a Mestra atenciosa, que não tem medo de arregaçar as mangas para derramar o óleo e o vinho nas feridas dos homens (cf. Lc 10, 25-37); que não olha a humanidade de um castelo de vidro para julgar ou classificar as pessoas. Esta é a Igreja Una, Santa, Católica, Apostólica e formada por pecadores, necessitados da Sua misericórdia. Esta é a igreja, a verdadeira esposa de Cristo, que procura ser fiel ao seu Esposo e à sua doutrina. É a Igreja que não tem medo de comer e beber com as prostitutas (cf. Lc 15). A Igreja que tem as portas escancaradas para receber os necessitados, os arrependidos e não somente os justos ou aqueles que acreditam ser perfeitos! A Igreja que não se envergonha do irmão caído e não faz de conta de não vê-lo, ao contrário, se sente envolvida e quase obrigada a levantá-lo e a encorajá-lo e retomar o caminho e o acompanha para o encontro definitivo, com o seu Esposo, na Jerusalém celeste.

Esta é a Igreja, a nossa mãe! E quando a Igreja, na variedade dos seus carismas, se expressa em comunhão, não pode errar: é a beleza e a força do sensusfidei, daquele sentido sobrenatural da fé, que é doado pelo Espírito Santo para que, juntos, possamos todos entrar no coração do Evangelho e aprender a seguir Jesus na nossa vida, e isto não deve ser visto como motivo de confusão e de mal-estar.

Tantos comentaristas, ou pessoas que falam, imaginaram ver uma Igreja em atrito, onde uma parte está contra a outra, duvidando até mesmo do Espírito Santo, o verdadeiro promotor e garante da unidade e da harmonia na Igreja. O Espírito Santo que ao longo da história sempre conduziu a barca através dos seus Ministros, mesmo quando o mar era contrário e agitado e os Ministros infiéis e pecadores.

E, como ousei dizer isto a vocês no início do Sínodo, era necessário viver tudo isto com tranqüilidade, com paz interior, mesmo porque o Sínodo se desenvolve cum Petroet sub Petro, e a presença do Papa é garantia para todos.

Falemos um pouco do Papa, agora, na relação com os bispos (risos). Assim, a missão do Papa é a de garantir a unidade da Igreja; é o de recordar aos fiéis o seu dever em seguir fielmente o Evangelho de Cristo; é o de recordar aos pastores que o seu primeiro dever é o de nutrir o rebanho – nutrir o rebanho – que o Senhor confiou a eles e de buscar acolhê-lo – com paternidade e misericórdia e sem falso medo – as ovelhas perdidas. Errei aqui. Disse acolher: ir buscá-las.

A sua missão é a de recordar a todos que a autoridade na Igreja é serviço (Cf. Mc 9, 33-35) como explicou com clareza Papa Bento XVI, com palavras que cito textualmente: “A Igreja é chamada e se esforça em exercer este tipo de autoridade que é serviço, e o exerce não em nome próprio, mas em nome de Jesus Cristo... através ods Pastores da Igreja, de fato, Cristo apascenta o seu rebanho: é Ele que o guia, o protege, o corrige, porque o ama profundamente. Mas o Senhor Jesus, Pastor Supremo das nossas almas, quis que o Colégio Apostólico, hoje os Bispos, em comunhão com o sucessor de Pedro... participassem desta missão de cuidar do Povo de Deus, de serem educadores na fé, orientando, animando e apoiando a comunidade cristã, ou, como diz o Concílio, “cuidando, sobretudo que cada fiel seja guiado no Espírito Santo a viver segundo o Evangelho a própria vocação, a praticar uma caridade sincera e ativa e a exercitar aquela liberdade com que Cristo nos libertou “ (PresbyterorumOrdinis, 6) ... é através de nós – continua o Papa Bento – que o Senhor atinge as almas, as instrui, as protege, as guia. Santo Agostinho, no seu Comentário ao Evangelho de São João diz: “Seja, portanto, esforço de amor apascentar o rebanho do Senhor” (123,5); esta é a suprema norma de conduta dos ministros de Deus, um amor incondicional, como aquele do Bom Pastor, pleno de alegria, aberto a todos, atento aos próximos e atencioso aos distantes (cf. Santo Agostinho, Discurso 340; Discurso 46, 15), delicado para com os mais fracos, os pequenos, os simples, os pecadores, para manifestar a infinita misericórdia de Deus com as palavras encorajadoras da esperança”. (Bento XVI, Audiência Geral, Quarta-feira, 26 de maio de 2010). Fim da citação.

Portanto, a Igreja é de Cristo – é a sua esposa – e todos os bispos, em comunhão com o Sucessor de Pedro, têm a missão e o dever de custodiá-la e de servi-la, não como donos, mas como servidores. O Papa, neste contexto, não é o senhor supremo, mas sim um supremo servidor – o “servusservorum Dei”; o garante da obediência e da conformidade da Igreja à vontade de Deus, ao Evangelho de Cristo e à Tradição da Igreja, deixando de lado todo arbítrio pessoal, mesmo sendo – por vontade do próprio Cristo – o “Pastor e Doutor supremo de todos os fiéis” (Can. 749) enquanto gozando “da potestade ordinária que é suprema, é plena, imediata e universal na Igreja” (cf. Cann. 331-334).

Queridos irmãos e irmãs, agora temos ainda um ano para amadurecer, com verdadeiro discernimento espiritual, as idéias propostas e encontrar soluções concretas às tantas dificuldades e inumeráveis desafios que as famílias devem enfrentar; dar respostas aos tantos desencorajamentos que circundam e sufocam as famílias.

Um ano para trabalhar na “Relatiosynodi” que é o resumo fiel e claro de tudo aquilo que foi dito e discutido nesta sala e nos círculos menores. E é apresentado às Conferências episcopais como “Lineamenta”.

Que o senhor nos acompanhe e nos guie neste caminho, pela gloria do seu nome, com a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e de São José! E por favor, não esqueçam de rezar por mim! Obrigado.

(canto do Te Deum e bênção)

Muito obrigado e bom repouso agora, hein!




Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Novembro 2014
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
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NOTÍCIAS – CNBB

Papa Paulo VI foi beatificado no dia 19 de outubro de 2014
No dia 21 de junho de 1963 foi eleito pelo conclave o cardeal Giovanni BattistaMontini. Escolheu como nome papa Paulo VI, sendo o responsável por reabrir o Concílio Vaticano II, após a morte de seu antecessor, o papa João XXIII.
Após 36 anos do falecimento do papa Paulo VI, no dia 9 de maio deste ano, o papa Francisco promulgou o decreto sobre o milagre atribuído à intercessão do venerável Servo de Deus, que deixou importantes contribuições para a missão da Igreja, frutos da Assembleia Conciliar Ecumênica.
Beatificação
Após a comprovação do milagre, a Congregação para a Causa dos Santos comunicou a decisão do papa Francisco em beatificar Paulo VI, neste domingo, 19 de outubro, no encerramento da 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família. A cerimônia de beatificação aconteceu na Praça de São Pedro às 10h30 (5h30 de Brasília).
O beato foi autor da encíclica sobre a defesa da vida e da família, a “Humanae Vitae”, que completou 46 anos de sua publicação.
O milagre
No período da gravidez, uma mãe da Califórnia, no início dos anos 90, teve o diagnóstico dos médicos de um grave problema no feto e, após vários testes, sugeriram que à jovem mãe abortasse. Mesmo com a orientação, a mulher decidiu não abortar, sabendo que a criança poderia nascer com comprometimentos físicos e cerebrais.
A mãe então pediu a intercessão do papa Paulo VI e a criança nasceu sem problemas. Em 2012, a Igreja reconheceu por meio da Congregação para a Causa dos Santos, que se tratava de um acontecimento realmente extraordinário e sobrenatural, ocorrido graças à intercessão de Paulo VI.

O novo beato nasceu em 26 de setembro de 1897 em Concesio (Itália) e faleceu em Castelgandolfo, no mesmo país, em agosto de 1978.


Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Novembro 2014
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NOTÍCIAS – ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

Dia Nacional da Juventude 2014

O Dia Nacional da Juventude (DNJ) será celebrado oficialmente no terceiro domingo de outubro. Mas em muitos lugares, por necessidades pastorais, o DNJ será comemorado em outra data, como na Arquidiocese de São Paulo, em 16 de novembro.

Com o tema “Feitos para sermos livres, não escravos” e a iluminação bíblica “Eis o que diz o Senhor: Praticai o direito e a justiça, e livrai o oprimido das mãos do opressor” (Jr 22, 3a), a celebração quer dar continuidade ao trabalho da Campanha da Fraternidade deste ano.

Em carta enviada aos padres, diretores de escolas católicas e lideranças da Arquidiocese, o arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, e o bispo auxiliar referencial do Setor Juventude Arquidiocesano, Dom Carlos Lema Garcia, motivam as paróquias e comunidades a mobilizarem a juventude para o DNJ.

"Sendo atividade permanente do Setor Juventude da CNBB, o DNJ é um momento forte de celebração, de sentido de pertença dos jovens à Igreja e de sua visibilidade na sociedade", diz a carta.

Na Arquidiocese

O DNJ da Arquidiocese de São Paulo será celebrado no dia 16 de novembro, domingo, das 12h às 18h, no Instituto Dom Bosco (Praça Coronel Fernando Prestes, 231 – próximo à estação Tiradentes do metrô e ao lado da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora).

Programação
12h – Acolhida e Apresentações Musicais
13h – Abertura oficial - Oração e Painel temático do DNJ, com depoimentos de ações realizadas pela Igreja em prol da Dignidade da Pessoa Humana
14h – Apresentações Culturais e Artísticas; Oficinas e Relatos de experiências de evangelização da juventude
16h – Celebração Eucarística presidida pelo Cardeal Odilo Scherer e com a presença dos bispos auxiliares e padres da Arquidiocese
18h – Encerramento do evento.

Cardeal Scherer:
Síntese do relatório da Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre os desafios da Família (I)

Cardeal Odilo Pedro Sherer- Cardeal Arcebispo Metropolitano de São Paulo

Na introdução do texto de síntese da 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, sobre “os desafios pastorais da família no contexto da evangelização”, já aparece o desejo do Papa Francisco de que os participantes da Assembleia compartilhassem suas reflexões com franqueza e liberdade; e assim aconteceu até o final dos trabalhos, num clima sereno e fraterno.

Por outro lado, também já fica claro que a assembleia sinodal não tomaria nenhuma decisão, sendo de caráter consultivo, e que as reflexões seriam articuladas, depois, com a preparação da Assembleia Ordinária do Sínodo, em outubro de 2015, cujo tema será: “vocação e missão da família na Igreja, no mundo contemporâneo”. Assim, que ninguém sinta frustrações, se o Sínodo não tomou “decisões” nem modificou isso ou aquilo...

O texto de síntese final está organizado em três partes, que correspondem aos passos do método ver-julgar-agir. A primeira parte trata do contexto sociocultural, econômico e pastoral em que se encontra a família atualmente.

Embora se leia que o Sínodo olhou para “as luzes e sombras” que envolvem hoje a família, de fato, porém, o texto se ocupa bem mais das sombras do que das luzes. Isso é compreensível, se tivermos em conta que o tema da assembleia sinodal era “os desafios pastorais da família”...

No mundo, o rosto da família apresenta uma variedade muito grande, de acordo com as diversas culturas e as condições sociais, políticas, econômicas e religiosas. Mas há alguns traços comuns, que tento expor brevemente.

1. A família é uma realidade no mundo inteiro e não acabou, apesar dos muitos problemas e desafios. Continua o desejo de formar família, que está inscrito na natureza humana. Ela continua sendo a última reserva do que há de mais genuinamente humano e de verdadeira solidariedade, mesmo quando ao redor todas as seguranças entram em falência.

2. A família, quase em toda parte, está em crise; encontra-se fragilizada e até abandonada a si mesma, por vários fatores.

3. A pressão exacerbada de fatores econômicos e da cultura marcada pelo individualismo cria dificuldades enormes para a vivência de valores essenciais ao casamento e à família.

4. As instituições “casamento” e “família”, sobretudo nos povos de cultura ocidental, tiveram forte perda de apreço; isso manifesta-se na pouca duração dos casamentos formalizados, na legislação cada vez mais inconsistente no tocante à família e ao casamento, nas muitas uniões livres e sem formalização alguma; aumenta o número dos “singles”, que não constituem família.

5. A procriação tem pouco apreço e a natalidade caiu drasticamente; uma porcentagem significativa das crianças nascem sem uma família constituída que as acolha e dê amparo.

6. A afetividade humana, muitas vezes, é vivida de maneira narcisista e egocêntrica, sem o estabelecimento de vínculos estáveis e profundos, ou num projeto de vida  comum, como é o casamento e a família.

7. Está em expansão o fenômeno da expressão homossexual da afetividade, estimulado por uma crescente “cultura gay” e pela ideologia de gênero. Esse fenômeno, presente sobretudo nos povos de cultura ocidental, também está em expansão entre povos de cultura mais tradicional, como na África e na Ásia.

8. Observa-se uma grave confusão antropológica na cultura contemporânea, que tem efeitos profundos e desorientadores em relação ao casamento e à família.

9. A crise da família no âmbito cristão e religioso está relacionada também à perda da fé e do sentido sobrenatural da vida.

A realidade da família e do casamento aparecem amplamente relegadas ao âmbito da vida privada; em tal situação, cada um se arranja como pode e como gosta. Tem-se a impressão de um campo abandonado e não mais cultivado, no qual qualquer um entra para ceifar ou pegar, e onde todo tipo de erva pode crescer à vontade...

Mas a Igreja continua a afirmar que a família é obra de Deus e quer cultivar esse campo e a preservá-lo de explorações indevidas, para que continue a dar frutos bons, como é de sua natureza. De fato, a família é um bem para a pessoa e para a sociedade; pela família passa o bem da humanidade inteira, e da Igreja, em boa parte, também.



Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Novembro 2014
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ACONTECEU NA PARÓQUIA N. S. LOURDES

Ordenação Presbiteral de Frei Sérgio Sambl

Frei Sérgio Sambl, da Província Santa Rita de Cássia – Ordem dos Agostinianos Recoletos – em sua resposta vocacional ao chamado de Deus para servir à Igreja como frade agostiniano recoleto, foi ordenado presbítero na Celebração Eucarística realizada no dia 25 de outubro de 2014, às 18h00, pela oração da Igreja e imposição das mãos do Ex.º Revmº Dom Edmar Peron, Bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo-SP.

Frei Sérgio, diácono transitório desde o dia 24 de novembro de 2013, foi ordenado sacerdote em sua cidade de origem e na paróquia em que atuou durante os anos de seus estudos de teologia, Nossa Senhora de Lourdes, Vila Leopoldina, região Lapa. No dia 23 de outubro desse ano a comunidade celebrou o aniversário da chegada dos agostinianos recoletos na Capital do Estado: 54 anos de evangelização.

Frei Nicolás Péres-Aradros Rubio (prior provincial da Província Santa Rita de Cássia), Frei Egisto Cansian (pároco) e frei Ademir João Garcia (prior do seminário), padres religiosos e diocesanos acompanharam Dom Luís Henrique no presbitério. Estiveram presentes diáconos, religiosos, religiosas, membros da comunidade local e de outras localidades, familiares, parentes, amigos. Membros da comunidade onde frei Sérgio trabalha (Cachoeiro de Itapemirim) fizeram uma caravana de numerosos fiéis. Vieram também leigos e leigas de Franca, Ribeirão Preto, Vitória e São Paulo.

As comunidades da Província Santa Rita de Cássia foram assim representadas: da região do Estado de São Paulo: todos os membros da comunidade local (teologado Santa Mônica: frei Egisto, frei Marcus Vinícius, frei Ademir, frei Laércio, frei Magno, frei Fernando e frei Rhuam),  frei Nicolás, frei Rodolfo, frei André (Ribeirão Preto), frei Wagno (Igarapava) e frei Clebson (que será ordenado sacerdote no próximo dia 1 de outubro), frei Helton e os seminaristas Daniel, João Vítor, Diogo, Caio e Leonardo (Franca); da região do Estado do Espírito Santo: Frei Mário Aparecido (Castelo), frei Agostinho (Cachoeiro de Itapemirim) e  frei Mason (Vitória).

Logo após a cerimônia de ordenação frei Sérgio recebeu os cumprimentos da comunidade e todos confraternizaram o dom da partilha e fraternidade no jantar oferecido pela comunidade da Paróquia e Seminário nas dependências da paróquia Nossa Senhora de Lourdes.

A primeira missa presidida por frei Sérgio foi celebrada no dia 26 às 7h00 na mesma Igreja de sua ordenação. Depois da missa a comunidade ofereceu um café da manhã de confraternização.


Fonte: www.santarita-oar.br . Veja as fotos no mesmo site e também na galeria de fotos da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes: www.pnslourdes.com.br/galeria.htm


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ACONTECERÁ NA PARÓQUIA N. S. LOURDES


02 DE NOVEMBRO – MISSAS NO CEMITÉRIO DA LAPA
A Paróquia Nossa Senhora de Lourdes tem a responsabilidade de celebrar a Missa às 10h00.
08 DE NOVEMBRO – PRIMEIRA EUCARISTIA DAS CRIANÇAS DO MADRE PAULA MONTALT - às 10h00
16 DE NOVEMBRO – CRISMA (CONFIRMAÇÃO) – NA MISSA DAS 10H30, COM DOM FERNANDO PENTEADO.
16 DE NOVEMBRO – ALMOÇO PRÓ-PADROEIRA, A PARTIR DAS 12H30.
Convite Individual: R$25,00. Venda antecipada até 10/11. Crianças até 6 anos não pagam.
CARDÁPIO: 180 gr. De contra filé ao molho rose, arroz, farofa, Buffet de saladas. Bolo com sorvete e Café.
Venda de vinhos da Cavatappi, cerveja e refrigerantes.
Local: Rua Brentano 437. Tel.: 38344807

23 DE NOVEMBRO – PRIMEIRA EUCARISTIA DAS CRIANÇAS DA CATEQUESE PAROQUIAL, NA MISSA DAS 10H30.


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PORQUE SOU DIZIMISTA



1.º Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo (2Cor. 9,7).

2.º Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. (Sl 23; 1Cor 4,7)

3.º Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolver um pouco do muito que recebo. (Lc 17,11-19).

4.º Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia. (Mt 3,10;Lc 21,1-4).

5.º Sou dizimista porque creio, e confio em Deus Pai. (Mt 6,25-31).

6.º Sou dizimista porque o ato de partilhar irá matando o meu egoísmo. (Lc 12,16-21; Pd 4,8).

7.º Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. (Mt 18,20).

8.º Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidade. (Mt 25,40).

9.º Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria. (Jo 14,1-5; Mt 25,34).


10.º Sou dizimista porque quero ver minha comunidade crescer e minha Igreja testemunhar o Evangelho de Jesus no mundo inteiro. (Mt 28,19-20; Mc 16,15).


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PARABÉNS DIZIMISTAS

FELICITAÇÕES AOS ANIVERSARIANTES DIZIMISTAS

“Cada um dê conforme manda seu coração, não de má vontade ou constrangido, pois Deus ama quem dá com alegria”( 2 Cor 9,7).

Querido(a) Dizimista,

Quando alguém da Comunidade faz aniversário celebra o dom da vida, toda a Comunidade também se alegra junto.

Por sua atuante presença e generosa fidelidade dizimista – dons de inestimável valor e manifestação concreta do amor divino que se derrama entre nós, queremos estar juntos com você nesta sua festa.

E pedindo a Deus que abençoe e ilumine todos os seus passos, a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, por seu Pároco Frei Egisto Cansian, OAR e a Pastoral do Dízimo, desejamos a você muitas felicidades.

 PARABÉNS!

Aniversariantes: Alberto Medeiros Silva Filho, Alzira Raimundo da Solidade Rodrigues, Ana Lúcia Adomato, Antônia de Jesus da Silva Mariano, Celeste Maria Carneiro Spinola, Cícera Farias de Araújo, Cleusa Paula da Silva Oliveira, Eliane Bet Savoldi,Ema Vesco de Melo, Francinete P. de Sousa, Francisco Benedito Adomato, Ignez Maria Biondo São Pedro, Laura Lozano Pinto, Lourdes Nunes de Mendonça, Luzia Fechio Lorin, Mavilde Cardoso Morgado, Majorie Bonjovani Gennarini, Maria Angela B. Heineniann, Maria Aparecida Ramponi Blanco, Maria Socorro do Nascimento Costa, Neli Marcelino dos Santos, Osmindo João da Cruz, Rodrigo Coelho, Rosali Teixeira Camargo Iasi, Sérgio Silva Coelho, Vander Masoco, Walter Barossi.


FELIZ ANIVERSÁRIO!!!


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COTIDIANO

A família e a Igreja

A Igreja sempre se preocupou com a organização da família que de acordo com os preceitos do cristianismo deve constituir-se através do matrimônio.

O Sínodo dos Bispos sobre a família, por exemplo, é um dos momentos em que a Igreja concentra suas reflexões em assuntos relacionados à família.

O conceito de família sofreu e vem sofrendo grandes modificações ao longo da história. As primeiras instituições familiares (os clãs), eram grupos de indivíduos relacionados a partir de um antepassado comum ou pelo matrimônio. O crescimento desses clãs, que chegavam a possuir milhares de elementos, originaram as primeiras tribos.

A organização inicial das famílias, fundamentada basicamente na afinidade sanguínea, originou as primeiras sociedades humanas organizadas, mas, com o desenvolvimento de sociedades mais complexas, os vínculos sanguíneos enfraqueciam-se e o termo “família natural” que designava o grupo formado apenas por um casal e seus filhos foi valorizado.

A família natural romana se constituía através do casamento cujos pressupostos eram a coabitação e a proclamação do casal de viverem como marido e mulher. A inexistência de um desses pressupostos implicava no fim do casamento. O afeto entre os cônjuges era valorizado.

A ideia de família natural foi ajustada pela Igreja Católica, que fez do casamento uma instituição sagrada, indissolúvel e única formadora da família cristã cuja função primordial é o da procriação. Assim, nos termos do cânon 1056, a união decorrente do casamento é “indissolúvel, isto é, não se pode dissolver por vontade dos cônjuges, exceto pela morte”.

A família nos dias de hoje é considerada de fundamental importância para sociedade humana. É na família, por exemplo, que se aprende a confiar, a defender, a unir, a ouvir, a desenvolver a paciência, a necessidade de compreender e respeitar, a conhecer melhor a si e aos outros e etc.

De acordo com Dom Silvano Tomasi, Observador Permanente da Santa Sé junto à ONU de Genebra, “é na família que as gerações encontram o amor, a educação, o apoio recíproco e a transmissão do dom da vida”.

No entanto, nos dias de hoje, a família, após passar por vários ciclos de transformação e desenvolvimento ao longo da história vêm perdendo espaço para a intolerância e a agitação da vida cotidiana e é com base nisto, que a Igreja preocupa-se e apela para que a família “não seja dividida ou marginalizada”, mas sim “tutelada e defendida não somente pelo Estado, mas também por toda a sociedade”.

Sigamos o apelo e o exemplo da Igreja.

Vanusa do Reis Coêlho Rodrigues

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Vanusa Coêlho é graduada em Ciências Contábeis e Letras/Inglês. Possui Mestrado em Psicologia da Educação (PUC/SP); MBA em Recursos Humanos (FGV). É Especialista em Educação Lúdica, Neuroaprendizagem e em Psicopedagogia Clínica e institucional (PUC/SP). É Personal Coach e Practitioner em Programação Neurolinguística. Possui Certificação em Mediação PEI e Curso de aperfeiçoamento em TDA/TDAH (EPSIBA/Buenos Aires).


Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Novembro 2014
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa - SP
Site da Paróquia: http://www.pnslourdes.com.br

domingo, 5 de outubro de 2014

PALAVRA DO PÁROCO

A Igreja é Missionária

O mês de outubro é dedicado às Missões. Jesus envia seus discípulos a todas as nações do mundo. Também o nosso Papa Francisco pede uma Igreja Missionária.

Uma vez que fomos batizados, somos enviados em missão a todas as partes do mundo. Nossa Paróquia vive também essa vocação: uma paróquia missionária.

Nossa paróquia vive sua Missão em uma grande cidade. Os desafios não são pequenos. É em tudo que fazemos, que estamos vivendo o ser missionário. Muitos pensam que precisamos deixar aqui e ir prá longe. Vejamos o exemplo de Santa Terezinha do Menino Jesus “Compreendi que o amor encerra todas as vocações e que o amor é tudo!... Então, em um momento de alegria delirante, exclamei: Encontrei finalmente a minha vocação, a minha vocação é o Amor! No coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o amor, assim serei tudo, assim o meu sonho será realizado”.

Também nós somos convidados a sermos missionários do amor e estaremos vivendo nosso Batismo.

Ser Missionário é ser como o Sol. Vamos meditar essa História:

O Sol e o Vento

O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte, e o vento disse:

- Provarei que sou o mais forte. Vê aquele velho que vem lá embaixo com um capote? Aposto como posso fazer com que ele tire o capote mais depressa do que você. Então o sol recolheu-se atrás de uma nuvem e o vento soprou até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava, mais o velho segurava o capote junto a si.

Finalmente o vento acalmou-se e desistiu de soprar.

- Então o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para o velho. Imediatamente, ele esfregou o rosto e tirou o capote. O sol disse então ao vento que a gentileza e a amizade eram sempre mais fortes que a fúria e a força.


Frei Egisto Cansian, OAR


Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Outubro 2014
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OUTUBRO - MÊS DAS MISSÕES

Mês Missionário

As Pontifícias Obras Missionárias (POM) lança nesta segunda-feira, 22, a Campanha Missionária, que neste ano traz como tema "Missão para Libertar" e lema "Enviou-me para anunciar a libertação".

A coletiva contará com a participação do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sérgio Arthur Baschi; do diretor nacional das POM, padre Camilo Pauletti; e da assessora da Comissão Episcopal para a Amazônia (CNBB), irmã Irene Lopes.
Desde 1926, a Campanha Missionária é realizada em outubro com objetivo de chamar a atenção dos cristãos para o seu compromisso com a missão da Igreja em âmbito mundial. Em 2014, o tema trabalhado pela Campanha, “Missão para libertar”, retoma a Campanha da Fraternidade deste ano, que abordou “Fraternidade e Tráfico Humano”.
Acompanhada do lema “Enviou-me para anunciar a libertação”, a Campanha Missionária 2014 quer chamar a atenção para a escravidão do tráfico humano em suas diversas expressões, como a exploração do trabalho, exploração sexual, extração de órgãos e tráfico de crianças e adolescentes para adoção.
Entre os materiais para a campanha deste ano estão: cartaz com tema e o lema, livro da novena, DVD com testemunhos, mensagem do papa para o Dia Mundial das Missões, oração missionária, oração dos fiéis para os quatro domingos de outubro, marcadores de páginas e envelopes para a coleta do Dia Mundial das Missões. 
No Brasil, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) têm a responsabilidade de organizar, todos os anos, a Campanha Missionária, com a colaboração da CNBB por meio da Comissão para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, a Comissão para a Amazônia e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (Comina).


Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Outubro 2014
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