quinta-feira, 1 de junho de 2017

NOTÍCIAS DA IGREJA: PAPA FRANCISCO

Audiência ao presidente dos Estados Unidos da América
Em prol da vida e da liberdade religiosa

 


Na manhã de  24 de maio, o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, foi recebido em audiência pelo Papa e, sucessivamente, encontrou-se com o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado, acompanhado pelo arcebispo Paul Richard Gallagher, secretário para as Relações com os Estados. Durante os colóquios cordiais expressaram satisfação pelas boas relações bilaterais existentes entre a Santa Sé e os Estados Unidos da América, e pelo compromisso comum a favor da vida e da liberdade religiosa e de consciência. Formularam-se votos por uma serena colaboração entre o Estado e a Igreja católica nos Estados Unidos, comprometida ao serviço das populações nos âmbitos da saúde, da educação e da assistência aos imigrantes. Depois, houve um intercâmbio de opiniões sobre alguns temas relativos à atualidade internacional e à promoção da paz no mundo através da negociação política e do diálogo inter-religioso, com referência particular à situação no Médio Oriente e à tutela das comunidades cristãs.


MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 51.º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

Tema: «“Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo»

Graças ao progresso tecnológico, o acesso aos meios de comunicação possibilita a muitas pessoas ter conhecimento quase instantâneo das notícias e divulgá-las de forma capilar. Estas notícias podem ser boas ou más, verdadeiras ou falsas. Já os nossos antigos pais na fé comparavam a mente humana à mó da azenha que, movida pela água, não se pode parar. Mas o moleiro encarregado da azenha tem possibilidades de decidir se quer moer, nela, trigo ou joio. A mente do homem está sempre em ação e não pode parar de «moer» o que recebe, mas cabe a nós decidir o material que lhe fornecemos (cf. Cassiano o Romano, Carta a Leôncio Igumeno).

Gostaria que esta mensagem pudesse chegar como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, «moem» tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade.

Acesse mais em: www.news.va

Não há nada mais belo na vida do que casar-se e formar uma família, disse o Papa


O site ACI Digital informou (22/05/2017) que durante a sua visita na tarde de ontem à paróquia São Pedro Damião, em Roma, o Papa Francisco respondeu as perguntas que várias crianças da catequese fizeram em um divertido encontro e afirmou que não há nada mais bonito na vida do que formar uma família.

“O que as crianças podem fazer para salvar o mundo? Como descobriu a sua vocação sacerdotal? O que podemos fazer para seguir melhor a Jesus? Qual esporte praticava aos 11 anos?”, foram as perguntas que lhe fizeram.

Francisco assegurou em uma das suas respostas que “na vida é muito belo casar-se, é lindo. É belo ter uma família, um pai e uma mãe, avós, tios… É lindo, é uma graça. E cada um de vocês tem pais, avós, tios, têm uma família.

Aplaudamos todos eles. Seus pais se sacrificaram por vocês, para ajudá-los a crescer, e isso é algo bonito, é uma vocação: formar uma família”.

Mas “também há outra vocação: ser freira ou sacerdote”, acrescentou. “Eu tinha 16 anos e senti que o Senhor queria que eu fosse sacerdote. E aqui estou! Sou sacerdote. Esta é a resposta. Uma pessoa sente no seu coração: quando um menino sente no coração simpatia e depois essa simpatia continua, e sente amor por uma menina e logo ficam noivos e se casam, assim sente no coração quando o Senhor lhe diz: ‘Deve seguir em frente no caminho para ser sacerdote’. E foi assim que eu senti. Como se sentem as coisas belas da vida”.

 

Vaticano: «Espírito mau prefere uma Igreja sem risco e morna», disse o Papa


Cidade do Vaticano, 23 mai 2017 (Ecclesia) – O Papa Francisco afirmou hoje que o “espírito mau” prefere uma Igreja “sem risco e morna” e que muitos consagrados foram perseguidos por terem denunciado “atitudes de mundanidade”.

“Uma Igreja sem mártires não dá nenhuma confiança, uma Igreja que não arrisca provoca desconfiança. Uma Igreja que tem medo de anunciar Jesus Cristo e afugentar os demónios, os ídolos, o outro senhor, que é o dinheiro, não é a Igreja de Jesus”, declarou, na Eucaristia a que presidiu na Capela da Casa de Santa Marta.

Na homilia desta manhã, o Papa explicou que o espírito maligno “prefere uma Igreja tranquila, sem riscos”, uma Igreja dos negócios, que seja cómoda e “morna”.

Francisco deu como exemplo a realidade da América Latina onde “tantos, tantos homens e mulheres consagrados bons”, que não seguiam ideologias , eram chamados de “comunistas” e expulsos quando diziam: ‘Não, a Igreja de Jesus…’

“Pensemos no beato (Óscar) Romero, não? O que aconteceu por dizer a verdade”, exemplificou, recordando o bispo de El Salvador, assassinado a 24 de março de 1980.

Para Francisco, é necessário passar de uma “religiosidade que olha demasiado para os lucros” para uma religiosidade de fé e de proclamação: “Jesus é o Senhor.”

Neste contexto, incentivou a ler o capítulo 16 dos Atos dos Apóstolos para ver como o Senhor avança com a Igreja com a ajuda dos “seus mártires”, divulgou a Rádio Vaticano.

“Que todos nós tenhamos uma renovada juventude, uma conversão do modo de viver morno ao anúncio alegre que Jesus é o Senhor”, pediu o Papa, na conclusão da homilia.

CB/OC





Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Junho de 2017
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa – SP

Site da Paróquiahttp://www.pnslourdes.com.br

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