quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

FORMAÇÃO LITÚRGICA: ANTÍFONAS DO Ó

O antigo e o novo na oração liturgica do advento

Prof. Adilson

Um tesouro da liturgia do advento são as ‘Antífonas do Ó’, que são sete antífonas especiais, cantadas no Tempo do Advento, especialmente de 17 a 23 de dezembro antes e depois do Magnificat, na hora canônica das Vésperas. São assim chamadas porque tem início com esse vocativo e foram compostas entre o século VII e o século VIII, sendo um compêndio de cristologia da antiga Igreja, um resumo expressivo do desejo de salvação, tanto de Israel no Antigo Testamento, como da Igreja no Novo Testamento. São orações curtas, dirigidas a Cristo, que resumem o espítito do Advento e do Natal. Expressam a admiração da Igreja diante do mistério de Deus feito Homem, buscando a compreensão cada vez mais profunda de seu mistério e a súplica final urgente: «Vem, não tardes mais!». Todas as sete antífonas são súplicas a Cristo, em cada dia, invocado com um título diferente, um título messiânico tomado do Antigo Testamento.

A reforma liturgica pós Vaticano II, ao introduzir o vernáculo na liturgia, não esqueceu os textos das Antífonas do Ó, veneráveis pela antiguidade e atribuídos por muitos ao Papa Gregório Magno (+604). Ela os valorizou ainda mais com aclamação ao Evangelho da Missa, além de conservá-los como antífonas do Magnificat. Cada antífona é composta de uma invocação, ligada a um símbolo do Messias, e de uma súplica, introduzida pelo verbo "vir".

Algumas pessoas na espiritualidade cristã católica ainda não conhecem: O acróstico ERO CRAS, deve ser lido em catedrais romanas antigas no sentido inverso, isto é, da última para a primeira, as iniciais latinas da primera palavra depois da interjeição «Ó», resultam no acróstico «ERO CRAS», que significa «serei amanhã, virei amanhã», que é a resposta do Messias à súplica dos fiéis.

O uso destas antífonas no canto gregoriano que estão presentes até hoje nos mosteiros beneditinos, oficio divino e Santa Missa, e as Antífonas do Ó remontam ao século VI e desde sempre concorda a voz com a Palavra, reafirmando a importância da unidade da celebração, o uníssono da voz de toda a comunidade.

O Espírito e a Esposa dizem: Vem! (Ap 22, 17), è o mesmo grito de ansiedade contida que escutamos na aurora do oitavo dia, quer da Natividade do Salvador quer da sua Ressurreição.

As Antífonas de ‘’Ó’’ e os Versículos Aleluiáticos formam um díptico que se completa vantajosamente. O Mistério Natalino e o Mistério Pascal abraçam nossa filiação divina. Com a Igreja não cessamos de solicitar com simplicidade a vinda do nosso Redentor... Ele vem, o Emanuel, a Sabedoria do Pai ( Liturgia do suspiro!) Segundo a palavra de Teilhard de Chardin: ‘’É uma acumulação de desejos que fará retumbar a Parusia”.O Espírito e a Esposa dizem: "Vem!" (Ap 22,17)
É o mesmo grito de ansiedade contida que escutamos na aurora do oitavo dia, quer da Natividade do Salvador quer da sua Ressurreição. As Antífonas "Ó" e os Versículos Aleluiáticos formam um díptico que se completa vantajosamente. O Mistério Natalino e o Mistério Pascal abraçam nossa filiação divina. Com a Igreja não cessamos de solicitar com simplicidade a vinda do nosso Redentor... Ele vem, o Emanuel, a Sabedoria do Pai (Liturgia do suspiro!) Segundo a palavra de Teilhard de Chardin: "É uma acumulação de desejos que fará retumbar a Parusia".O Espírito e a Esposa dizem: "Vem!" (Ap 22,17)
É o mesmo grito de ansiedade contida que escutamos na aurora do oitavo dia, quer da Natividade do Salvador quer da sua Ressurreição. As Antífonas "Ó" e os Versículos Aleluiáticos formam um díptico que se completa vantajosamente. O Mistério Natalino e o Mistério Pascal abraçam nossa filiação divina. Com a Igreja não cessamos de solicitar com simplicidade a vinda do nosso Redentor... Ele vem, o Emanuel, a Sabedoria do Pai (Liturgia do suspiro!) Segundo a palavra de Teilhard de Chardin: "É uma acumulação de desejos que fará retumbar a Parusia".O Espírito e a Esposa dizem: "Vem!" (Ap 22,17)
É o mesmo grito de ansiedade contida que escutamos na aurora do oitavo dia, quer da Natividade do Salvador quer da sua Ressurreição. As Antífonas "Ó" e os Versículos Aleluiáticos formam um díptico que se completa vantajosamente. O Mistério Natalino e o Mistério Pascal abraçam nossa filiação divina. Com a Igreja não cessamos de solicitar com simplicidade a vinda do nosso Redentor... Ele vem, o Emanuel, a Sabedoria do Pai (Liturgia do suspiro!) Segundo a palavra de Teilhard de Chardin: "É uma acumulação de desejos que fará retumbar a Parusia".O Espírito e a Esposa dizem: "Vem!" (Ap 22,17)
É o mesmo grito de ansiedade contida que escutamos na aurora do oitavo dia, quer da Natividade do Salvador quer da sua Ressurreição. As Antífonas "Ó" e os Versículos Aleluiáticos formam um díptico que se completa vantajosamente. O Mistério Natalino e o Mistério Pascal abraçam nossa filiação divina. Com a Igreja não cessamos de solicitar com simplicidade a vinda do nosso Redentor... Ele vem, o Emanuel, a Sabedoria do Pai (Liturgia do suspiro!) Segundo a palavra de Teilhard de Chardin: "É uma acumulação de desejos que fará retumbar a Parusia".O Espírito e a Esposa dizem: "Vem!" (Ap 22,17)
É o mesmo grito de ansiedade contida que escutamos na aurora do oitavo dia, quer da Natividade do Salvador quer da sua Ressurreição. As Antífonas "Ó" e os Versículos Aleluiáticos formam um díptico que se completa vantajosamente. O Mistério Natalino e o Mistério Pascal abraçam nossa filiação divina. Com a Igreja não cessamos de solicitar com simplicidade a vinda do nosso Redentor... Ele vem, o Emanuel, a Sabedoria do Pai (Liturgia do suspiro!) Segundo a palavra de Teilhard de Chardin: "É uma acumulação de desejos que fará retumbar a Parusia".

O TEXTO DAS ANTÍFONAS DO Ó

17 de dezembro: Ó Sabedoria, que saístes da boca do altíssimo, atingindo de uma a outra, extremidade e tudo dispondo com força e suavidade: Vinde ensinar-nos o caminho da prudência.
18 de dezembro: Ó Adonai, guia da casa de Israel, que aparecestes a Moises na chama do fogo no meio da sarça ardente e lhe deste a lei no Sinai, Vinde resgatar-nos pelo poder do Vosso braço.
19 de dezembro: Ó Raiz de Jessé, erguida como estandarte dos povos, em cuja presença os reis se calarão e a quem as nações invocarão, Vinde libertar-nos; não tardeis jamais
20 de dezembro: Ó Chave de Davi, o cetro da casa de Israel que abris e ninguém fecha;
fechais e ninguém abre: Vinde e libertai da prisão o cativo assentado nas trevas e à sombra da morte.
21 de dezembro: Ó Oriente, esplendor da luz eterna e sol da justiça, Vinde e iluminai os que estão sentados, nas trevas e à sombra da morte.
22 de dezembro: Ó Rei das nações, e objeto de seus desejos, pedra angular que reunis em vós judeus e gentios: Vinde e salvai o homem que do limo formastes.

23 de dezembro: Ó Emanuel, nosso rei e legislador, esperança e salvador das nações,
Vinde salvar-nos, Senhor nosso Deus.


Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Dezembro de 2016
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa – SP
Site da Paróquiahttp://www.pnslourdes.com.br

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