quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

NOTÍCIAS DA IGREJA: PAPA FRANCISCO

SEXTAS-FEIRAS DA MISERICÓRDIA:

Papa encontra sacerdotes que deixaram o ministério



Com o gesto o Santo Padre deseja oferecer um sinal de proximidade e de afeto por estes jovens que realizaram uma escolha muitas vezes não compartilhada por seus irmãos sacerdotes e familiares.

Depois de diversos anos dedicados ao ministério sacerdotal realizado nas paróquias, fatores como a solidão, a incompreensão, o cansaço pelo grande compromisso de responsabilidade pastoral, colocaram em crise a escolha inicial pelo sacerdócio.

Seguiram-se meses e anos de incerteza e dúvidas, que os levaram a considerar como equivocada a escolha pelo sacerdócio. Assim, deixaram o presbiterato para formar uma família.

O Papa Francisco decidiu assim dar uma atenção a esta realidade, naquela que foi a última visita “Sexta-feira da Misericórdia”, antes de concluir o Ano Jubilar, encontrando quatro jovens da Diocese de Roma, que foram párocos em diversas paróquias da cidade; um de Madrid e outro da América Latina, todos residentes em Roma, enquanto o último é proveniente da Sicília.

A entrada do Papa no apartamento foi marcada por grande entusiasmo: as crianças cercaram o Pontífice para abraçá-lo, enquanto os pais não conseguiram conter a emoção.

A presença de Francisco – muito apreciada por todos – não foi vista como um juízo do Papa pela escolha feita, mas sim uma demonstração de proximidade e afeto.

O tempo passou rapidamente. O Pontífice ouviu suas histórias e seguiu com atenção as considerações que eram feitas a respeito do desenrolar dos procedimentos jurídicos em cada caso.

Sua palavra paterna demonstrou amizade e interesse por cada caso, tranquilizando a todos. Deste modo, mais uma vez, Francisco quis dar um sinal de misericórdia a quem vive uma situação de desconforto espiritual e material, evidenciando a exigência de que ninguém se sinta privado do amor e da solidariedade dos Pastores.



ANO SANTO FOI ENCERRADO COM CONSISTÓRIO E 17 NOVOS CARDEAIS



“Com alegria, anuncio que sábado, 19 de novembro, na véspera do fechamento da Porta Santa da Misericórdia, realizarei um Consistório para nomear 13 novos cardeais, de cinco continentes. Sua proveniência, de 11 nações, expressa a universalidade da Igreja que anuncia e testemunha a Boa Nova da Misericórdia de Deus em todos os cantos da terra. A inclusão dos novos cardeais na diocese de Roma manifesta também a inseparável relação existente entre a Sé de Pedro e as Igrejas particulares ao redor do mundo”.

Domingo, 20 de novembro, Solenidade de Cristo Rei, conclusão do Ano Santo Extraordinário da Misericórdia, concelebrarei a Santa Missa com os novos cardeais, com o Colégio Cardinalício, os arcebispos, bispos e presbíteros”.

Entre eles, Dom Sérgio da Rocha, Arcebispo de Brasília (Brasil).

 

CARTA APOSTÓLICA DO PAPA PARA O ENCERRAMENTO DO JUBILEU


Cidade do Vaticano (RV) – Foi realizado no dia 21/11, na Sala de Imprensa da Santa Sé, a coletiva de apresentação da Carta Apostólica do Papa Francisco “Misericordia et Misera”, de encerramento do Jubileu.

O documento foi ilustrado pelo presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Dom Rino Fisichella. 

Segundo o prelado, “o Jubileu Extraordinário da Misericórdia se conclui com um balanço absolutamente positivo. Acredito que deixa a grande alegria provocada pelo colocar novamente a misericórdia no centro da vida da Igreja. A misericórdia é sobretudo fonte de alegria e num momento tão forte de incerteza, de precariedade, do não saber qual será o futuro, ter a certeza de uma esperança cristã com a qual Deus vem ao nosso encontro, não nos deixa sós, não nos abandona, mas nos dá a consolação de sua presença e sua proximidade, acredito que seja algo que permanecerá por muito tempo no coração das pessoas”.


 

 

PAPA: DEUS DÊ AOS SACERDOTES A CORAGEM DA POBREZA CRISTÃ


"O Povo de Deus, que tem uma grande percepção de aceitar como em louvar e condenar - porque o Povo de Deus tem a capacidade de condenar -, perdoa as tantas fraquezas e pecados dos sacerdotes. Porém, não pode perdoar dois: o apego ao dinheiro, quando o vê interessado apegado ao dinheiro: isso ele não perdoa; e o maltrato aos fiéis: isto o Povo de Deus não suporta e não perdoa. Outras coisas, outras fraquezas, outros pecados não lhe estão bem, mas pobre homem é solitário... Enfim, busca justificá-lo. Mas, a condenação não é tão forte e definitiva: o Povo de Deus é capaz de entender tudo isso. O estado de poder que o dinheiro tem pode levar um sacerdote a ser dono de uma empresa ou ser um príncipe e assim por diante...".





Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Dezembro de 2016
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa – SP
Site da Paróquiahttp://www.pnslourdes.com.br

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