segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

SANTOS E CELEBRAÇÕES DE DEZEMBRO

04 - São João Damasceno, Presbítero e Doutor - Memória Facultativa

05 - ANIVERSÁRIO DA RECOLEÇÃO AGOSTINIANA

06 - São Nicolau, Bispo. Memória facultativa

07 - Santo Ambrósio, Bispo e Doutor - Memória

08 - IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA- SOLENIDADE

09 - São João Diego - Memória facultativa

11 - São Dâmaso I, Papa - Memória facultativa

12 - NOSSA SENHORA DE GUADALUPE, Padroeira da América Latina - Festa.

13 - Santa Luzia, Virgem e Mártir.

14 - São João da Cruz, Presbítero e Doutor - Memória.

21 - São Pedro Canísio, Presbítero e Doutor.

25 - NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, SOLENIDADE

26 - Santo Estêvão, Diácono, Protomártir.

27 - São João Apóstolo e Evangelista - Festa.

28 - Santos Inocentes, Mártires - Festa.

29 - SAGRADA FAMÍLIA, JESUS MARIA E JOSÉ - FESTA.


31 - São Silvestre I, Papa - Memória facultativa.


Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Dezembro 2013
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa - SP
Site da Paróquia: http://www.pnslourdes.com.br

SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO

SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA

Maria é Imaculada por graça divina, porque somente a graça divina poderia lhe conceder este privilégio, em vista de uma graça que favorecesse toda a humanidade: a encarnação de Jesus, o Filho de Deus.

Esta é a grande graça divina derramada em toda a terra. Ela é a mulher escolhida, que não ouve a voz da serpente, mas se empenha em ouvir diariamente a voz divina, condição indispensável para esmagar a forças do mal.

É Deus quem a faz imaculada, para que toda humanidade pudesse participar da bênção do Espírito de Deus, e cada ser humano pudesse ser iluminado e conduzido pelo Espírito divino.

O diálogo de Maria com o anjo, dizem os exegetas, revela Maria como uma jovem hebréia conhecedora da linguagem bíblica.

De fato, o diálogo entre o anjo e Maria está recheado de referências bíblicas, bem compreendidas por Maria. Sinal claro que se dedicava à escuta da Palavra de Deus e que tinha o costume de meditá-la no seu coração, como Lucas refere-se no seu encontro com os pastores (Lc 2,19).

Mas, é importante destacar, como acontece em toda vocação bíblica, que a iniciativa parte de Deus. Não é Maria que escolhe a vocação de ser Mãe do Salvador, mas Deus. Em sua iniciativa, Deus envia o anjo Gabriel, é Deus quem procura Maria, para que seu projeto divino aconteça na terra. Maria, ao aceitar, entra na dinâmica da iniciativa divina e responde afirmativamente: “ecce ancilla Domini” — “eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua Palavra!”.

A medida que o diálogo da Anunciação vai se desenvolvendo, Maria é denominada com três “nomes”. É chamada, inicialmente, com o nome que recebera de seus pais: “Maria” — “o nome da Virgem era Maria”—. Deus age na humanidade e chama seus eleitos pelo nome humano, isto é, em sua história pessoal. Logo em seguida, lhe é chamada com nome profético: “aquela que encontrou graça diante de Deus”.

No contexto bíblico, todo nome profético tem consigo uma missão divina; no caso de Maria, ser no mundo sinal do amor divino, gerar a vida divina no mundo (maternidade).

Porque agraciada por Deus, Maria se torna para toda a humanidade o local do amor divino; nela se concentra todo amor divino pela humanidade. Por fim, o terceiro nome é dado por ela mesma: “serva” — “eis aqui a serva do Senhor”— Repleta da graça divina, mas serva do Senhor.

Aqui está o sentido cristão da existência humana: acolher a graça divina para se tornar servidor da bondade divina, no meio da humanidade. Tudo é graça, tudo é dom de Deus; a retribuição humana só pode ser feita através do serviço (cf. 1Tm 4,14).

Assim, descobrimos o esquema da vida de Maria: graça e serviço. Tudo que recebe de Deus transforma em serviço. Quanto mais imaculados ficarmos, quer dizer, quanto mais vivermos longe do pecado, mais assumiremos o esquema de vida de Maria que consistia em acolher a graça divina, para transformá-la em serviço fraterno.

(Serginho Valle)


Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Dezembro 2013
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05.12: ANIVERSÁRIO DA RECOLEÇÃO AGOSTINIANA

Os freis Agostinianos Recoletos são filhos da restauração católica da segunda metade do século XVI.

A Recoleção nasceu em dezembro de 1588 com desejo de instaurar um sistema de vida mais austero e perfeito.

O ideal da Recoleção cresceu, multiplicou-se e se espalhou pelo mundo. No Brasil, os freis agostinianos recoletos estão presentes desde 1899.

Em 1911 a Recoleção conquistou sua total independência como família religiosa, a Ordem dos Agostinianos Recoletos.

O dia da Recoleção é o dia do nascimento da Ordem Agostiniana Recoleta, comemorado no dia 5 de dezembro. Faz 425 anos que no seio da província de Castela, na Espanha, a Recoleção surgiu com o objetivo de estabelecer um sistema de vida mais austero e perfeito.

Alguns filhos de Agostinho, sob um breve texto jurídico-espiritual redigido por Frei Luis de Leon, decidiram concretizar suas aspirações e através de uma Forma de Viver abraçaram um cotidiano com espírito de oração, ascese e uma igualdade que deve reinar entre os religiosos.

O que vem a ser recoleção?

A resposta se encontra no n° 12 das Constituições e Código Adicional da Ordem dos Agostinianos Recoletos, abaixo reproduzido:

“Recoleção é um processo ativo e dinâmico pelo qual o homem, desintegrado pela ferida do pecado e movido pela graça entra em si mesmo onde Deus o está esperando e, iluminado por Cristo, mestre interior sem o qual o Espírito Santo não instrui nem ilumina a ninguém, transcende-se a si mesmo, renovando-se segundo a imagem do homem vivo que é Cristo e encontra a paz na contemplação da Verdade.

Recoleção é também espírito e exercício de oração. É finalmente, espírito de penitência e de contínua conversão, que purifica o coração para ver a Deus, e é manifestação desse mesmo espírito nas obras externas que demonstram a realidade interior.”



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ACONTECEU NA IGREJA

ACONTECEU NO VATICANO

Primeira Exortação Apostólica do Papa Francisco:
Evangelii Gaudium (Alegria do Evangelho)

Foi divulgada no dia 26 de novembro, a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (Alegria do Evangelho), a primeira do pontificado do papa Francisco.

O documento já havia sido entregue, de forma simbólica, no último domingo dia 24, durante a celebração de encerramento do ano da Fé.

Hoje, o texto foi publicado na internet em vários idiomas.

A exortação fala sobre o anúncio do evangelho no mundo atual. No texto, Francisco propõe “algumas diretrizes que possam encorajar e orientar, em toda a Igreja, uma nova etapa evangelizadora, cheia de ardor e dinamismo”. O pontífice toma como base a doutrina da Constituição dogmática Lumen Gentium, e aborda, entre outros pontos, a transformação da Igreja missionária, as tentações dos agentes pastorais, a preparação da homilia, a inclusão social dos pobres e as motivações espirituais para o compromisso missionário.

Dividida em cinco capítulos, o texto também recolhe a contribuição dos trabalhos do Sínodo dos Bispos, realizado no Vaticano em 2012, com o tema "A nova evangelização para a transmissão da fé". Para ler a tradução em português, acesse o site da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - http://www.pnslourdes.com.br/arquivos/Evangelii_Gaudium.pdf. 

ACONTECEU NA CNBB

Presidência da CNBB apresentou das atividades realizadas em 2013

A presidência da CNBB concedeu entrevista coletiva à imprensa no dia 27, e apresentou os resultados das reflexões realizadas na reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep), ocorrida na sede da Conferência, em Brasília.

O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, trouxe um panorama das principais atividades desenvolvidas pela Igreja no Brasil em 2013 e que foram avaliadas pelo Consep, que reúne, além da Presidência da Conferência, os presidentes das Comissões Episcopais.

Outro assunto tratado pelos bispos foi a primeira Exortação Apostólica do papa Francisco, Evangelii gaudium – Alegria do Evangelho, apresentada pelo Vaticano, na terça-feira, 26. Sobre a exortação, dom Damasceno destacou que o papa quer exercer um governo de maneira colegial e em comunhão com os cardeais, bispos, padres, religiosos e com todos aqueles que servem à Igreja.

Na oportunidade, o secretário geral, dom Leonardo Steiner, adiantou que a CNBB já está refletindo sobre como irá atuar durante os grandes eventos esportivos no Brasil como a Copa do Mundo e as Olímpiadas. Entre as preocupações estão o tráfico de pessoas e a exploração sexual, temas que serão abordados pela Campanha da Fraternidade 2014.

De acordo com dom Leonardo, a Conferência dos Bispos irá publicar, em fevereiro do próximo ano, um texto de reflexão sobre o tráfico humano. “Essa é uma preocupação de toda a Igreja para que o esporte seja vivido na sua essência.

Queremos colaborar sugerindo algumas medidas pastorais para que as pessoas não sejam utilizadas sexualmente ou economicamente”, explicou.

Concluindo, o presidente da CNBB, dom Damasceno, disse que os bispos desejam contribuir na elaboração de medidas para evitar o tráfico de pessoas, como a venda e comercialização de órgãos e prostituição. “É uma chaga terrível em nossa sociedade”, enfatizou o cardeal.



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ACONTECEU NA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

1 - Solenidade de Cristo Rei e Encerramento do Ano da Fé na Arquidiocese

No Dia de Cristo Rei do Universo, e animados pelos frutos colhidos durante o Ano da Fé, centenas de fieis lotaram a Catedral da Sé na manhã do último domingo, 24/11, para renovar e professar, de forma solene, a sua fé cristã, na missa de encerramento do Ano da Fé e pelo Dia Nacional dos Leigos, presidida pelo cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, concelebrada pelo Padre Eduardo Vieira, cura da Catedral Metropolitana, e pelo clero presente.

Pelo mundo, os católicos foram convidados a participar em suas comunidades paroquiais das missas pelo encerramento do Ano da Fé, que também foi celebrada no Vaticano pelo Papa Francisco. Na celebração, Ele mostrou a todos o relicário contendo fragmentos ósseos do apóstolo Pedro. Uma cena que, até então, nunca fora presenciada em público. Durante a missa, o Papa, simbolicamente, entregou a sua primeira exortação apostólica ‘Evangelii gaudium’ (A alegria do Evangelho) para 36 pessoas de dezoito países. No texto há recomendações baseadas no Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização ocorrida no Vaticano, em outubro de 2012.

Dom Odilo lembrou que o título de Jesus Cristo Rei do Universo, é um título que a Igreja dá a Cristo para dizer “Jesus Cristo Senhor Salvador Universal, referência universal de vida, de sentido para a história humana, para as pessoas e para a vida em sociedade”.

O arcebispo agradeceu a presença de todos os sacerdotes e leigos que estavam na missa, saudando, carinhosamente, os diversos fiéis portadores de necessidades especiais que lá estavam. “Vocês estão mostrando neste momento importante, que as dificuldades, mesmo que físicas, não os impedem de estarem presentes. Sejam sempre bem vindos em nossas igrejas e comunidades”. E reiterou que Jesus reunia e lembrava-se de todos, especialmente daqueles que passavam por dificuldades. Com isto, “Cristo mostrou que o seu reino se estende a todos e é universal. Um reino que veio para restaurar, salvar e dá vida em plenitude a todos que precisam, buscam e sentem este desejo e necessidade de vida em plenitude”.

No momento da Profissão de Fé, alguns fiéis acenderam suas velas no Círio Pascal, em seguida, foram acender as demais velas pela igreja. Com a Catedral toda iluminada, solenemente, todos professaram a sua Fé. “O Círio Pascal é Cristo; representa Cristo, luz do mundo, ressuscitado no meio de nós; um acendendo a vela do outro, é como o testemunho da Fé; a Fé que se irradia, espalha e não fica só com a gente”, disse o cardeal.

Ao refletir sobre o reino de Deus, o cardeal citou uma das cartas de Paulo Apóstolo: ‘porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo’ (Rm 14:17). Ele enfatizou que este reino é um grande bem para a humanidade, e que, na medida em que os diversos setores da sociedade contribuem entre si, este bem é compartilhado, ajudando para que o Reino de Deus se estabeleça pelo mundo, sendo um pouco do que ainda virá. “Não se pode ter a ilusão que vamos promover, aqui, com o nosso esforço, o Reino de Deus, porque o Reino é Deus, nós somos discípulos, mensageiros, anunciadores do Reino de Deus, mas o Reino é Deus”.

Dom Odilo reiterou que a missa de encerramento do Ano da Fé era ocasião para se ganhar a indulgência plenária, levando em conta as condições postas pela Igreja para obter esta graça especial: arrependimento e confissão dos pecados, propósito sincero de vida segundo o Evangelho, profissão de fé, participação na Eucaristia e oração pelo Papa e pela Igreja.

Durante o Ano da Fé, a Arquidiocese de São Paulo, promoveu diversas atividades, junto às seis regiões episcopais, grupos, comunidades, movimentos e pastorais; dentre elas, ocorreram as peregrinações e os diversos cursos bíblicos e orações. “Encerramos o Ano da Fé, e pedimos a Deus que aumente a nossa Fé, nos dê força, coragem, alegria de vivência da Fé, no testemunho da Fé, em todos os lugares em que atuamos”, conclui dom Odilo.

O ano da Fé, que se iniciou em 11/10/2012, surgiu para comemorar o 50º aniversário do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965). Na Carta Apostólica “Porta Fidel” (A Porta da Fé), o Papa Emérito Bento XVI convocou toda a Igreja a promover o Ano da Fé e convidou os católicos a vivê-la intensamente. Seu sucessor, o Papa Francisco, deu continuidade, animando a Igreja de todo o mundo a viver o Ano da Fé, e publicou a encíclica “Lumen Fidei” (Luz da Fé).

Fonte: www.arquidiocesedesaopaulo.org.br

2 - 13ª CAMPANHA NATAL DOS SONHOS

A alegria do prenúncio do Natal fez resplandecer no coração de todos os cristãos o sentimento verdadeiro de solidariedade e amor ao próximo. Foi o que pôde ser percebido no olhar das centenas de pessoas que estavam no “Dia da Grande Arrecadação de Brinquedos”, na manhã de sábado, 23/11, no anfiteatro da FAPCOM, em São Paulo.

Este dia festivo, faz parte da Campanha Natal dos Sonhos, realizada pela Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo, que há 13 anos faz com que o Natal de milhares de crianças seja mais alegre e cheio de esperança.

A 13ª Campanha Natal dos Sonhos tem como tema "Tudo aquilo que se compartilha, se multiplica" (Papa Francisco). Suely Camargo, coordenadora da Pastoral do Menor, explica que o principal objetivo da campanha é o incentivo à solidariedade e “tirar a ideia de apenas dá um brinquedo, mas salientar a importância da solidariedade”.

No início da cerimônia, Dom Júlio Endi Akamine, bispo auxiliar de São Paulo, e referencial para a Educação, e o Ensino Religioso, conduziu a Celebração da Palavra, e refletiu sobre os ensinamentos que o Natal transmite: a partilha da solidariedade e do bem, como forma de multiplicação; o fato de que Deus não dá coisas, pelo contrário, ele dar-se a si mesmo, de todo o seu coração.

Dom Júlio enfatizou que para entrar na dinâmica, na lógica da Salvação de Jesus Cristo, é necessário que as pessoas doem seu tempo e energia em favor da vida, em favor dos mais pobres. “Neste Natal, não vamos dá coisas somente, vamos dá nós mesmos aos outros, a exemplo do filho de Deus, que se deu totalmente a nós, para que pudéssemos ter a vida em plenitude”.

Representantes de diversos organismos que atuam junto às comunidades levaram as crianças que se divertiram durante toda a manhã com apresentações de dança e teatro dos grupos de crianças de colégios católicos, além do coral CUCA, da PUC-SP, que em 2013 completa 40 anos de fundação.

Suely Camargo acredita que a Pastoral do Menor consegue através da Campanha Natal dos Sonhos, propor o que é a essência da própria Pastoral, ‘ser anúncio e denúncia’. “A Campanha Natal dos Sonhos anuncia um Deus Salvador, a chegada do Menino Deus. Convida a todos para que sejam solidários e, ao mesmo tempo, ela denuncia que a criança brasileira se quer tem o direito de brincar. Um direito que é constituído em lei, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Constituição Federal”.

Diversas mães, grávidas ou com crianças de colo, assistidas pelo Amparo Maternal, subiram ao palco representando, simbolicamente, Maria, mulher guerreira, e, seus filhos, o menino Jesus.

A 13ª Campanha Natal dos Sonhos tem o apoio das paróquias, comunidades, colégios e universidades católicas. Nestes lugares, todos podem doar os brinquedos, de preferência novos, ou em bom estado, até a primeira semana de dezembro. Mais informações poderão ser obtidas ligando na Pastoral do Menor pelo telefone: 11 - 3105-0722

Campanha Natal dos Sonhos

A Campanha Natal dos Sonhos nasceu no ano 2000, por iniciativa de um empresário, que tinha como objetivo ver o maior número de crianças felizes. Ele procurou o, até então arcebispo de São Paulo, cardeal dom Cláudio Hummes, hoje arcebispo emérito, que, de prontidão, apoiou o projeto, delegando à Pastoral do Menor, que já possuía uma grande inserção com crianças, a coordenação da campanha junto ao idealizador.

Ao perceber que a Igreja já havia abraçado a proposta da campanha, o empresário sentiu-se realizado e a Campanha Natal dos Sonhos passou a ser coordenada apenas pela Pastoral do Menor, em parceria com algumas entidades, a partir da sua 5ª edição.

Fonte: www.arquidiocesedesaopaulo.org.br


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ACONTECEU NA PARÓQUIA

1 -    PRIMEIRA EUCARISTIA


A primeira Eucaristia em nossa paróquia foi realizada no dia 10 de novembro, na Missa das 10h30. Dezesseis crianças receberam Jesus Eucarístico pela primeira vez, em uma Celebração solene presidida pelo nosso pároco Frei Egisto, com muita alegria com a presença maciça das famílias dos catequisandos. E nós catequistas, rogamos a Deus para que esta seja a primeira de muitas eucaristias e que Jesus seja presença concreta na vida dessas crianças.


2 -    CRISMA


No dia 17 de novembro na Missa das 19h00, o Bispo da Região Episcopal Lapa, Dom Júlio Endi Akamine crismou vinte e dois jovens e uma mulher adulta. Celebração solene, simples, alegre e a Igreja estava repleta de fiéis e familiares dos crismandos.


3-    ORDENAÇÃO DIACONAL


No dia 24 de novembro de 2013 foram ordenados diáconos transitórios os frades: Frei Ricardo, Frei Rodolfo, Frei Clébson e Frei Sérgio.

A solene celebração aconteceu na PARÓQUIA AGOSTINIANA RECOLETA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES na cidade de São Paulo. O Bispo ordenante foi o Senhor Dom Fernando Penteado. Depois da celebração compartilhamos um delicioso almoço.

Que Deus abençoe os neo-diáconos e que, com a GRAÇA DE DEUS, possam cumprir aquilo que prometeram.


Fonte: http://minutoaminutocomsantarita.blogspot.com.br/2013/11/ordenacao-diaconal-dos-freis-ricardo.html


4 -    TERÇO DOS HOMENS


Realizado em nossa paróquia na primeira segunda-feira de Dezembro, dia 02, o Terço dos Homens.
Agradecendo a presença  de todos, neste momento de Oração, desejamos um Feliz Natal a todos e um prospero Ano Novo.
Em Janeiro nosso terço em louvor a São José será  dia 5, primeira segunda-feira.
Convidamos os homens a participar neste momento de oração.


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MENSAGEM DO DÍZIMO

Caríssimos,

Grande parte dos dizimistas, tanto os antigos como os mais recentes, no exercício de sua fidelidade dizimal, acabam por transformá-la em um compromisso entre os demais de sua rotina de vida e paulatinamente vão deixando de refletir com maior intensidade sobre o significado de sua condição de dizimistas na comunidade.

Mas o fim do ano se aproxima e em atitude de avaliação da nossa caminhada de fé talvez valha a pena refletir um pouco sobre isso e, claro, sobre outros aspectos de nossa pertença à Igreja, Corpo de Cristo, povo de Deus e com Deus – a caminho.

Quantas situações acontecidas neste ano que cada um pode rememorar – algumas muito alegres e dignas de celebração, outras tristes que só nos fazem lamentar. Existem, também e até em maior número, as situações que preencheram nossa rotina apressada e das quais já nem conseguimos nos lembrar. Esquecemos a maioria das coisas que acontecem em nosso dia a dia e muito poucos se lembram até mesmo do que aconteceu no dia de ontem.

O risco do esquecimento é uma das causas que exigem de nós a celebração da vida, para que não nos esqueçamos daquilo que é essencial.

Por isso celebramos os aniversários e, dentre eles, o aniversário mais especial que é o Natal, festa do nascimento do menino Jesus, prenúncio e início do mistério pascal de Cristo que se consuma na sua paixão, morte e ressurreição – e que, como memorial vivo de nossa libertação, nós celebramos na Eucaristia em contínua atualização do Mistério de Cristo.

O dízimo deve ser visto nessa dimensão celebrativa, afinal, ele é o fruto do nosso trabalho, dom que recebemos de Deus e que a Deus restituímos com espírito de ação de graças, tanto por tudo que Deus nos oferece gratuitamente, quanto pelo privilégio de poder partilhar entre irmãos.

O dízimo é um acontecimento que gera vida e dinamismo à nossa comunidade e que traz a ela a possibilidade de proclamar a Boa Nova de Deus a todas as pessoas de boa vontade.

A equipe da pastoral do dízimo e o Pároco Frei Egisto expressa a todos os paroquianos os votos de um Santo Natal e um feliz e abençoado Ano Novo!


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PARABÉNS DIZIMISTAS

FELICITAÇÕES AOS ANIVERSARIANTES DIZIMISTAS


“Cada um dê conforme manda seu coração, não de má vontade ou constrangido, pois Deus ama quem dá com alegria”( 2 Cor 9,7).

Querido(a) Dizimista,

Quando alguém da Comunidade faz aniversário celebra o dom da vida, toda a Comunidade também se alegra junto. 

Por sua atuante presença e generosa fidelidade dizimista – dons de inestimável valor e manifestação concreta do amor divino que se derrama entre nós, queremos estar juntos com você nesta sua festa.

E pedindo a Deus que abençoe e ilumine todos os seus passos, a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, por seu Pároco Frei Egisto Cansian, OAR e a Pastoral do Dízimo, desejamos a você muitas felicidades.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

Aniversariantes de Dezembro: Agemir Barboza, Amélia Monicci, Ana Maria Martinho, Ana Maria Venturini, Beatriz do Amaral Soares Teves, Daisy Branco Ricci, Davina Giroto Altheman, Dominga Voltani de Lima, Geraldo Martins da Silva, Leslie Fernandes dos Santos, Lina Libera Muccino Spidalieri, Marcelo José Martins da Silva, Maria Amélia Figueiredo dos Santos, Maria Antônia Rodrigues Gonçalves, Maria de Lourdes de Souza, Maria dos Anjos Cunha Fonseca, Maria Elizete Santana, Maria Marta Altheman, Mariana Bonjovani Gennarini, Mariete Medeiros de Araújo, Messias Vicente Pereira, Nathália Barboza, Raul Fonseca Dias, Reinaldo Zanon Neto, Rita de Cássia Pereira da Silva, Rosa Cavaliere Silva, Wagner Caproni.


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COTIDIANO: RIVALIDADE FRATERNA

"Rivalidade Fraterna: Amor e ódio entre irmãos"

Na segunda-feira, 18/11/2013, Mateus Solano e Paolla Oliveira protagonizaram uma cena forte e dramática que deixaria evidente o tema da rivalidade fraterna que, na novela “Amor à Vida”, chegou a níveis extremos.

De acordo com a Psicanálise, a expressão “rivalidade fraterna” refere-se a uma constelação complexa de sentimentos e suas causas. Este complexo de emoções tem a ver com irmãos e apresenta como fonte os anseios da criança com relação aos pais.

Quando a criança se sente menosprezada pelos pais (ou por um deles) acreditando que o irmão receba atenção especial, teme que os pais o rejeitem. Esse foi o caso de Félix que representa os espasmos da rivalidade fraterna sentindo-se desesperadamente marginalizado por seu pai. Assim, em razão desse sentimento, Paloma (sua irmã na trama) tornou-se um espinho em sua carne.

A questão da rivalidade fraterna surge em algumas histórias bíblicas como, por exemplo, Caim e Abel e José do Egito.

Na primeira, Caim mata Abel enciumado por Deus ter preferido as ofertas de seu irmão. Na segunda, José era o filho preferido de Jacó e esse favoritismo valeu-lhe o ódio dos irmãos que o venderam como escravo a mercadores.

O temor de que não se possa obter o amor e a consideração dos pais é o que inflama a rivalidade fraterna, pois, quando nascemos, nossos primeiros objetos de amor são nossos pais.

Essa relação de amor e ódio pode surgir entre os irmãos, pois, na imaginação infantil, o irmão aparece como um intruso que vem dividir (ou até roubar) o amor dos pais.

A rivalidade fraterna pode ser pensada como uma experiência normal que será superada dando lugar a uma relação de solidariedade, companheirismo e cumplicidade entre os irmãos. No entanto, quando não superada, pode causar prejuízos ao funcionamento familiar e até mesmo chegar a extremos.

Em “Amor à Vida”, Félix e Paloma romperam relações, deixando uma família horrorizada com as conseqüências de tanto ódio.

Na história bíblica de Esaú e Jacó que relata a rivalidade entre irmãos gêmeos, tendo a mãe no centro da disputa, temos a possibilidade de reconciliação dos irmãos que se concretiza.

Portanto, só resta saber se ao final de “Amor à Vida”, Félix e Paloma (como em Esaú e Jacó) se reconciliarão e a rivalidade finalmente, mesmo que tardiamente, seja superada.

Vanusa do Reis Coêlho Rodrigues

Vanusa Coêlho é graduada em Ciências Contábeis e Letras/Inglês. É Especialista em Neuro aprendizagem e em Psicopedagogia Clínica e institucional. É Personal Coach e Practitioner em Programação Neurolinguística. Possui MBA em Recursos Humanos; Certificação em Mediação PEI e Curso de aperfeiçoamento em TDA/TDAH.

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