quarta-feira, 5 de março de 2014

AGENDA DE MARÇO


01
SAB
1ª sexta Hora Santa e Missa a partir das 18h00

02
DOM
8° Domingo do Tempo Comum: Mt 6,24-34
(Confiança no Pai)

03
SEG
Terço dos Homens às 20h00

04
TER
Carnaval

05
QUA
Quarta feira de Cinzas às 19h00
Dia de Jejum e Abstinência
Mt 6,1-6.16-18 (A esmola, a oração e o jejum)

08
SAB
Dia Internacional da Mulher

09
DOM
1.º Domingo da Quaresma: Mt 4,1-11
(A Tentação de Jesus)
Missa da Família  19h00

15
SAB
Reunião LM às 15h00

16
DOM
2.º Domingo da Quaresma: Mt 17,1-9
(Transfiguração)

19
QUA
São José: Missa Solene às 19h00

20
QUI
Preparação de Pais e Padrinhos p/ Batismo às 20h00

22
SAB
Santa Rita – Missa às 15h00
Oração pelas Famílias às 16h30 – Pastoral Familiar, com o tema "Como se preparar para a Páscoa em Família?"

23
DOM
3.º Domingo da Quaresma: Jo 4,5-42
(Samaritana)

29
sab
Bazar Beneficente às 08h00
Missa c/ Oração de Cura e Libertação às 18h00

30
DOM
4.º Domingo da Quaresma
(Cego de Nascença)







Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Março 2014
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa - SP
Site da Paróquia: http://www.pnslourdes.com.br

MENSAGEM DO PAPA PARA A QUARESMA



Queridos irmãos e irmãs!

Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão.

Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9).

O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade.

A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?

A graça de Cristo

Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, Se fez pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15).

A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez conosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano.Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, exceto no pecado» (CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).

A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Batista para O batizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).

Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na beira da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogênito (cf. Rm 8, 29).

Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.

O nosso testemunho

Poderíamos pensar que este «caminho» da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d'Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.

À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiênicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diaconia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo.

O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.

Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína econômica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.

O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.

Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.

Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Papa Francisco



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ACONTECEU NA IGREJA

PAPA ORGANIZA NOVA ESTRUTURA DE GESTÃO ECONÔMICA

Por meio do Motu Proprio Fidelis dispensator et prudens, o papa Francisco constituiu uma nova estrutura de gerenciamento econômico da Santa Sé e do Vaticano. A Secretaria para a Economia terá o atual arcebispo de Sidney (Austrália), cardeal George Pell, como dirigente.

A expressão Fidelis dispensator et prudens pode ser traduzida como “gerente fiel e prudente”. Para o papa, no texto do Motu Proprio, o administrador “tem a tarefa de cuidar atentamente daquilo que lhe foi confiado, assim a Igreja tem consciência da responsabilidade de tutelar e gerir com atenção os próprios bens, à luz da sua missão de evangelização e com particular solicitude para com os necessitados."

De acordo com o diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, padre Federico Lombardi, em entrevista à Rádio Vaticano, o novo organismo é a autoridade sobre todas as atividades econômicas e administrativas da Santa Sé e do Estado da Cidade do Vaticano. “Uma instituição forte, que coordena toda esta dimensão da realidade operativa dentro da Santa Sé e da Cidade do Vaticano: prepara os balanços, publica os balanços e responde a um Conselho”. O conselho é composto por 15 membros, sendo oito eclesiásticos (cardeais ou bispos) e sete leigos especialistas em problemas econômicos e financeiros.

Outra instituição é o Setor do Revisor Geral que tem a incumbência de executar as tarefas de revisão nos balanços e situações econômicas.

Algumas funções e estruturas permanecem sem alteração, como a Autoridade de Informação Financeira (AIF), instituição autônoma em relação às outras, responsável por colaborar com as unidades de informação financeira de outros Estados.

No que se refere ao combate à lavagem de dinheiro; a Administração do Patrimônio da Sé Apostólica (Aspa), com a função reiterada de Banco Centro para o Estado da Cidade do Vaticano e o Instituto para as Obras de Religião (IOR), que, segundo Lombardi, continua sendo objeto de estudo e reflexão, mas é apenas uma pequena parte dentro do horizonte mais amplo “que diz respeito às dimensões econômicas e administrativas da Santa Sé e do Estado da Cidade do Vaticano em seu conjunto”.


PRIMEIRO CONSISTÓRIO DO PAPA FRANCISCO CONTOU COM A PRESENÇA DO PAPA EMÉRITO BENTO XVI

O primeiro Consistório do Papa Francisco contou com a presença do Papa emérito Bento XVI sentado entre os cardeais.

A imagem de Francisco saudando Bento é daquelas que ficarão para a história. Dois homens generosos, humildes e simples, essenciais para este período da Igreja.

O arcebispo do Rio de Janeiro Dom Orani João Tempesta junto com outros 18 bispos foram criados cardeais na cerimônia que aconteceu no dia 22 de fevereiro, na Basílica de São Pedro.

Consistório, “sentar juntos”, é uma assembleia de Cardeais, presidida pelo Papa, para tratar de assuntos da Igreja. Participam do consistório os Cardeais e aqueles que já foram anunciados cardeais. Estes são os assessores imediatos do Papa, seus conselheiros.

Durante o Consistório serão aprofundadas a teologia e a pastoral da família, que deve ser implementada no contexto atual.  O Papa Francisco pediu aos cardeais que ajudem a refletir sobre a realidade da família com profundidade sem cair na “casuística”. “Hoje, a família é desprezada, é maltratada, pelo que nos é pedido para reconhecermos como é belo, verdadeiro e bom formar uma família, ser família hoje; reconhecermos como isso é indispensável para a vida do mundo, para o futuro da humanidade”, afirmou Francisco.

Nos dias 20 e 21 de fevereiro de 2014, o Papa e os Cardeais refletiram sobre temas relacionados à família, “que é a célula fundamental da sociedade humana”. “Ajudemos os esposos a viverem com alegria ao longo dos seus dias, acompanhando-os no meio de tantas dificuldades, com uma pastoral inteligente, corajosa e permeada de amor”, exortou o Papa.

As reflexões sobre a realidade da família neste Consistório incluem-se na preparação do próximo Sínodo dos Bispos, que será realizado, de 5 a 19 de outubro de 2014, durante o qual serão abordados os desafios pastorais da família, no contexto da evangelização.

CNBB

Papa nomeia bispos brasileiros para Conselho do Vaticano
O prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, cardeal João Braz de Aviz e o arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), dom Orani João Tempesta foram nomeados pelo papa Francisco para o Pontifício Conselho para os Leigos.
O papa também nomeou alguns consultores do Conselho para os Leigos, entre eles, o arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Taveira Corrêa e frei Hans Stapel, fundador e presidente da Associação Internacional de Fiéis - Família da Esperança. As nomeações foram feitas nesta quinta-feira, 6. Na foto, dom João Braz, dom Alberto e dom Orani.
Irão integrar o Conselho, outros cardeais indicados pelo papa, entre os quais o arcebispo de Viena (Áustria), ChristophSchoborn, o de Milão (Itália), Angelo Scola, o de Nairóbi (Quênia), John Njue, o de Munique (Alemanha), Reinhard Marx, de Manila (Filipinas), Luis Antônio Tagle.
O Pontifício Conselho para os Leigos colabora com o papa nas questões voltadas a atuação dos leigos que atuam na missão da Igreja, seja meio de organismos ou de forma individual. A proposta de criação deste conselho teve como base as indicações do decreto do Concílio Vaticano II sobre o apostolado dos leigos: Apostolicam Actuositatem, n. 26. Em 6 de janeiro de 1967 foi aprovada a instalação do órgão pelo papa Paulo VI.




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ACONTECEU NA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

Dom Odilo celebra 12 anos de bispo

Na festa da Apresentação do Senhor no Templo, o cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano, completou doze anos de ordenação episcopal. A missa que marcou a homenagem da Arquidiocese aconteceu no próprio domingo (2), na Catedral da Sé. Crianças entregaram ao cardeal doze flores e ele foi calorosamente abraçado pelos fiéis presentes.

Na homilia, dom Odilo falou sobre o ministério episcopal, alertando para o fato de não se tratar de mérito pessoal, ou privilégio profissional, mas de graça e serviço. O arcebispo agradeceu poder servir à Igreja por tanto tempo e confessou que os anos passaram rápido, talvez por São Paulo ser muito desafiadora e ter muito trabalho.

Gaúcho de nascimento, dom Odilo cresceu, no entanto, no Paraná. Foi ordenado bispo em Toledo (PR), Toledo, e veio para São Paulo para ser auxiliar do cardeal dom Cláudio Hummes, em 2002.

Nomeado pelo papa Bento 16 para suceder dom Cláudio em São Paulo em março de 2007, foi criado cardeal em novembro do mesmo ano.


Toma posse novo diretor responsável pelo jornal O São Paulo

O Jornal O São Paulo, semanário da maior arquidiocese do Brasil, que há 59 anos leva informações da igreja para toda cidade, está sob nova direção. Pe. Michelino Roberto, tomou posse na tarde do dia 3/2, na cúria metropolitana.

O cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, conduziu a cerimônia de posse e agradeceu o cônego Antonio Aparecido (Pe. Cido) pelos 31 anos de serviços prestados ao jornal, sendo 14 como diretor.

Dom Odilo externou sua gratidão e enfatizou o conhecimento do Pe. Cido acerca do jornal. Destacou a tese de mestrado sobre o semanário defendida pelo ex-diretor, além da profunda identificação com o jornal e sua história. “Em nome da Arquidiocese de São Paulo, os meus mais profundos agradecimentos pelo seu trabalho e dedicação ao jornal O São Paulo. Esta é uma história que fica narrada, arquivada e que, naturalmente, fica para que o futuro diga sua palavra sobre o trabalho feito”.

Pe. Cido deixa a direção do jornal consciente de que desempenhou com eficácia o que lhe foi confiado. Ele enalteceu a equipe de redação do jornal, “composta por jornalistas que se entendem e amam a igreja”. E salientou que, para um jornalista atuar em meios de comunicação da Igreja, é necessário que seja compromissado com Ela. “Se não, não há credibilidade com aquilo que comunica”. “Desejo ao padre Micheli toda alegria, pois ele terá muitas alegrias no jornal O São Paulo e irá colocar a serviço da Igreja tudo o que ele aprendeu e tem no coração”. Concluiu.

O arcebispo lembrou o quão é difícil manter um jornal impresso e ratificou que Pe. Michelino terá tempo para pensar e discutir sobre as melhorias para o periódico, a fim de que ajude o semanário a cumprir sua missão na Arquidiocese. Dom Odilo afirmou que a finalidade de um jornal não é ser produzido para poucos leitores ou usá-lo como arquivo. Ele tem que ser lido. “Nós gostaríamos que o jornal O São Paulo pudesse chegar a muitas mãos. Que, no seu trabalho, possa ajudar que o jornal atinja este objetivo”. Disse dom Odilo ao novo diretor.

Dom Odilo visitou o Papa Francisco no Vaticano

Pela primeira vez, o papa Francisco e o cardeal Odilo Pedro Scherer puderam conversar em particular sobre alguns dos temas mais importantes para a Igreja em São Paulo. Em entrevista exclusiva ao O SÃO PAULO em Roma, o Arcebispo de São Paulo revelou que os dois refletiram sobre a necessidade de se realizar uma verdadeira “retomada missionária” nas grandes metrópoles urbanas de todo o mundo. Eles recordaram o forte exemplo do Beato Padre José de Anchieta, um dos primeiros jesuítas enviados por Santo Inácio de Loyola ao Brasil, em 1553, cuja canonização “está próxima”.

O encontro ocorreu na manhã do dia 15 de fevereiro, um sábado, em audiência que durou pouco mais de meia hora, como já é costume  no Vaticano. Dom Odilo contou que a conversa com o Papa foi simples. “Foi um encontro bonito. O Papa estava muito tranquilo, afável, amoroso. Ele nos deixa muito à vontade.”

Em poucos minutos, o Cardeal expôs um pouco da realidade da Igreja em São Paulo e suas prioridades – conforme o Plano Pastoral da Arquidiocese, entre elas estão a “permanente missão”, a necessidade de formação dos fiéis, e o esforço para evangelizar os jovens. “O Papa falou sobre sua experiência em Buenos Aires, capital da Argentina, que também é uma grande cidade, e perguntou como se faz o trabalho da Igreja na metrópole paulistana”, detalhou dom Odilo, referindo-se ao fato de que Jorge Mario Bergoglio, hoje papa Francisco, foi arcebispo metropolitano de Buenos Aires por 15 anos, antes de ser eleito Bispo de Roma em março de 2013.

Embora a Arquidiocese de Buenos Aires seja bem menor que a Arquidiocese de São Paulo, as dificuldades pastorais são parecidas. As grandes cidades possuem graves desigualdades sociais, o tráfico de drogas e de pessoas, o abandono de idosos e doentes, a exploração de menores e diversas outras formas de violência. “A presença da Igreja nas grandes cidades é uma reflexão profunda, compartilhada por outras áreas metropolitanas do mundo”, disse o Cardeal, explicando que o Papa concorda com essa percepção. De fato, na exortação apostólica Evangelii Gaudium (“A Alegria do Evangelho”), Francisco fala da problemática da Igreja nas cidades, afirmando que é preciso “criar espaços de oração e comunhão com características inovadoras, mais atraentes e significativas para as populações urbanas”.

Dom Odilo comentou com o Papa sobre “a dificuldade de a Igreja estar próxima das pessoas, uma vez que também a vida urbana é muito absorvente e deixa pouco espaço e tempo para o envolvimento com a Igreja”. Mas, segundo o Cardeal, é preciso continuar a “bater nas portas” e buscar soluções. “Em São Paulo, há vários anos, assumimos o versículo do salmo 48, ‘Deus habita esta cidade’, certos de que a metrópole não está esquecida de Deus. Nós, como Igreja, temos a missão de dar testemunho dessa presença amorosa de Deus junto de todos os seus filhos, ainda mais quando se encontram no abandono social e no meio de sofrimentos”, disse.




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ACONTECEU NA PARÓQUIA

FESTA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES

1.    Semana de reflexão sobre Nossa Senhora

A preparação para a Festa da Padroeira contou com uma boa participação de fiéis e devotos da Virgem de Lourdes.

Durante uma semana inteira aconteceu reflexões marianas durante as Missas da noite.

2.    Quermesse

Pela primeira vez aconteceu quermesse nesta época, mas talvez por ser a primeira vez, a participação não foi a esperada.

3.    DIA DA PADROEIRA

Dia 11 de fevereiro, dia de Nossa Senhora de Lourdes, tivemos duas Missas especiais em nossa Paróquia: uma às 15:00 e outra às 20:00.

Na missa das 15:00 presidida pelo neo-sacerdote agostiniano recoleto, frei Gustavo Barbiero vários enfermos receberam a unção.

A Missa da noite foi presidida pelo bispo regional Dom Júlio Endi Akamine e, concelebrada pelo pároco Frei Egisto e outros sacerdotes.

A Igreja estava repleta de paroquianos e devotos da Virgem de Lourdes.

Ver Galeria de Fotos no site da Paróquia:

Reflexões sobre a mensagem do Papa para o XXIII Dia mundial do doente

Este ano celebramos o XXIII Dia mundial do doente sobre o tema: «Fé e caridade – “também nós devemos dar a vida pelos irmãos”» (1Jo 3, 16). Este dia, instituído pelo Papa João Paulo II na memória litúrgica da Bem-Aventurada Virgem de Lourdes, leva-nos a imitar Maria, nossa Mãe, mulher de fé, ao acolher a luz de Deus, que nos permite olhar para cada um dos nossos irmãos doentes como ela, com os olhos de Cristo. 

Nesta ocasião o Papa Francisco dirigiu à Igreja, e de modo particular às pessoas doentes e a quantos lhes prestam assistência e cuidado, uma mensagem na qual entre outras coisas, escreveu: «A Igreja reconhece em vós, queridos doentes, uma presença especial de Cristo sofredor. É assim: ao lado, aliás, dentro do nosso sofrimento está o de Jesus, que juntamente conosco carrega o peso e revela o seu sentido.

Quando o Filho de Deus subiu à cruz destruiu a solidão do sofrimento e iluminou a sua escuridão. Assim estamos diante do mistério do amor de Deus por nós, que nos infunde esperança e coragem: esperança, para que no desígnio de amor de Deus também a noite da dor se abra à luz pascal; e coragem, para enfrentar todas as adversidades na sua companhia, unidos a Ele».

Portanto, todos somos chamados a esta tarefa, mas é evidente que quantos desempenham uma profissão no âmbito da saúde não podem deixar de se sentir comprometidos a ser particularmente fiéis a esta dimensão fundamental da vocação cristã.

A Igreja, na fidelidade à própria missão de apoio aos crentes, e também através de associações católicas próprias do mundo da saúde, prodigaliza-se na cura dos sofredores, oferecendo também a necessária ajuda espiritual a quantos se dedicam ao seu serviço.

A assistência e a proximidade aos doentes é um caminho privilegiado de diálogo com todos os homens de boa vontade, além de uma ocasião única de testemunho da coerência da própria fé. 

Zygmunt Zimowski


Fonte: www.news.va



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DIZIMISTAS ANIVERSARIANTES DE MARÇO

Querido(a) Dizimista

Quando alguém da comunidade faz aniversário e celebra o dom da vida, toda a comunidade também se alegra junto.

Por sua atuante presença e generosa fidelidade dizimista – dons de inestimável valor e manifestação concreta do amor divino que se derrama entre nós, queremos estar juntos com você nesta sua festa.

Seu aniversário é uma oportunidade para manifestarmos a nossa gratidão a Deus pelo dom de sua vida e a nossa gratidão a você por sua participação solidária e compromissada em nossa comunidade paroquial.

E pedindo a Deus que abençoe e ilumine todos os seus passos, a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, por seu Pároco, Frei Egisto Cansian, OAR e a Pastoral do Dízimo, desejamos a você muitas felicidades.

Feliz Aniversário! Parabéns a todos vocês!

Dizimistas aniversariantes em Março/2014
Ana Maria de Oliveira GalanteAntonia Raimundo de SousaCarla Patricia da Silva LimaCarmella GattirChiarellaCláudio RodriguesDina Pili PolidoroEnisio Amaral TevesEvani P. da CunhaGlaucia M. S. BezerraIolanda Maria Rocha GuillamonJosé CelotiJosé Roberto MazziKikuko Lourdes UeharaMadalena Maria dos Santos Portes VieiraMaria de Lourdes AlthemanMaria Zilda FerreiraNelson Medeiros da SilvaRaquel Rodrigues Coimbra BorgesRicardo Lima de PaulaRomildo LuchettaSueli Aparecida TorresTadeu Cendon FerreiraTerezinha Reis neves AbreuThainá de Paula OliveiraVitório Carnelo


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COTIDIANO: MAIS ORDEM

Brasil: Mais Ordem para ter Progresso

A morte do cinegrafista ferido por um rojão durante um protesto no Rio de Janeiro ecoou em todos os jornais, rádios e telejornais, acirrando opiniões sobre a violência e a insegurança reinantes em nosso país.

Manifestações violentas, blackblocs, tentativa de assaltos que terminam em morte, arrastões, ação de justiceiros e etc. são manchetes estampadas na mídia que nos fazem refletir sobre os rumos de nossa sociedade,

Certa vez, Kofi Annan, antigo Secretário-Geral da ONU, definiu um país desenvolvido como "aquele que permite que todos os cidadãos desfrutem de uma vida livre e saudável em um ambiente seguro”.

Diante de tal pensamento e da atual realidade da sociedade brasileira, chegamos a conclusão que apesar de ser a sétima economia do mundo, nosso país, ainda tem que vencer grandes desafios para estar inserido no rol dos países desenvolvidos.

Um país é considerado desenvolvido quando possui alto nível de desenvolvimento econômico e social, levando em conta alguns critérios de análise. Um desses critérios é o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que mensura a riqueza, educação e esperança média de vida de um país, ou seja, mede o bem-estar de uma determinada população. Os países desenvolvidos geralmente são os que apresentam IDH elevado. Países que não se enquadram em tais definições são qualificados como países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos.

Infelizmente, os problemas políticos e sociais do nosso país nos deixam muito longe de sermos considerados um país desenvolvido. Corrupção, nepotismo, descaso com políticas públicas para a população, utilização da máquina pública para interesses particulares, violência, criminalidade, saúde, educação, desigualdade social e etc. são apenas alguns de nossos problemas.

Ao refletir sobre todas essas questões, diria que a desigualdade social é um dos grandes problemas do Brasil, pois, enfraquece o crescimento econômico, gerando altos níveis de criminalidade e insegurança.

No campo da segurança pública, educação e saúde observa-se uma crise crônica com dificuldade de solução em curto prazo, pois, tais mudanças dependem de alterações intensas no procedimento de gestão e, sobretudo, de um profundo choque de moralização de comportamentos. O pouco rigor no cumprimento das leis aliado às injustiças sociais esclarece, em parte, a intensificação da violência no Brasil.

Como brasileira gosto de pensar no lado positivo de meu país. Porém, é impossível ficar alheia à classe política que nos envergonha com sucessivos escândalos, aos bandidos que matam por R$10 ou aos blackblocs que dizem praticar uma “violência simbólica” que tirou a vida de um cinegrafista em pleno exercício de sua função. Além do mais, não se pode fechar os olhos para as pessoas que morrem em filas de hospitais públicos ou para aqueles que parecem “zumbis” nas ruas por conta do uso de drogas.

O Brasil é um país com grandes recursos e possibilidades. Afinal, foi uma das primeiras economias a superar a crise global, mas diante de tanto descaso chegará algum dia a se tornar uma nação considerada desenvolvida?

Quero crer que sim. Mas, para isso o Brasil ainda tem muito a fazer em áreas que incluem redução da desigualdade, a melhoria da educação, reformas nas instituições públicas, combate à corrupção, combate à violência e até mesmo respeito ao meio ambiente e aos direitos humanos.

Vanusa do Reis Coêlho Rodrigues


Vanusa Coêlho é graduada em Ciências Contábeis e Letras/Inglês. Possui Mestrado em Psicologia da Educação (PUC/SP); MBA em Recursos Humanos (FGV). É Especialista em Educação Lúdica, Neuroaprendizagem e em Psicopedagogia Clínica e institucional (PUC/SP). ÉPersonalCoach e Practitioner em Programação Neurolinguística. Possui Certificação em Mediação PEI e Curso de aperfeiçoamento em TDA/TDAH (EPSIBA/Buenos Aires).


Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Março 2014
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
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