segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

ACONTECEU NA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

1 - Solenidade de Cristo Rei e Encerramento do Ano da Fé na Arquidiocese

No Dia de Cristo Rei do Universo, e animados pelos frutos colhidos durante o Ano da Fé, centenas de fieis lotaram a Catedral da Sé na manhã do último domingo, 24/11, para renovar e professar, de forma solene, a sua fé cristã, na missa de encerramento do Ano da Fé e pelo Dia Nacional dos Leigos, presidida pelo cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, concelebrada pelo Padre Eduardo Vieira, cura da Catedral Metropolitana, e pelo clero presente.

Pelo mundo, os católicos foram convidados a participar em suas comunidades paroquiais das missas pelo encerramento do Ano da Fé, que também foi celebrada no Vaticano pelo Papa Francisco. Na celebração, Ele mostrou a todos o relicário contendo fragmentos ósseos do apóstolo Pedro. Uma cena que, até então, nunca fora presenciada em público. Durante a missa, o Papa, simbolicamente, entregou a sua primeira exortação apostólica ‘Evangelii gaudium’ (A alegria do Evangelho) para 36 pessoas de dezoito países. No texto há recomendações baseadas no Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização ocorrida no Vaticano, em outubro de 2012.

Dom Odilo lembrou que o título de Jesus Cristo Rei do Universo, é um título que a Igreja dá a Cristo para dizer “Jesus Cristo Senhor Salvador Universal, referência universal de vida, de sentido para a história humana, para as pessoas e para a vida em sociedade”.

O arcebispo agradeceu a presença de todos os sacerdotes e leigos que estavam na missa, saudando, carinhosamente, os diversos fiéis portadores de necessidades especiais que lá estavam. “Vocês estão mostrando neste momento importante, que as dificuldades, mesmo que físicas, não os impedem de estarem presentes. Sejam sempre bem vindos em nossas igrejas e comunidades”. E reiterou que Jesus reunia e lembrava-se de todos, especialmente daqueles que passavam por dificuldades. Com isto, “Cristo mostrou que o seu reino se estende a todos e é universal. Um reino que veio para restaurar, salvar e dá vida em plenitude a todos que precisam, buscam e sentem este desejo e necessidade de vida em plenitude”.

No momento da Profissão de Fé, alguns fiéis acenderam suas velas no Círio Pascal, em seguida, foram acender as demais velas pela igreja. Com a Catedral toda iluminada, solenemente, todos professaram a sua Fé. “O Círio Pascal é Cristo; representa Cristo, luz do mundo, ressuscitado no meio de nós; um acendendo a vela do outro, é como o testemunho da Fé; a Fé que se irradia, espalha e não fica só com a gente”, disse o cardeal.

Ao refletir sobre o reino de Deus, o cardeal citou uma das cartas de Paulo Apóstolo: ‘porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo’ (Rm 14:17). Ele enfatizou que este reino é um grande bem para a humanidade, e que, na medida em que os diversos setores da sociedade contribuem entre si, este bem é compartilhado, ajudando para que o Reino de Deus se estabeleça pelo mundo, sendo um pouco do que ainda virá. “Não se pode ter a ilusão que vamos promover, aqui, com o nosso esforço, o Reino de Deus, porque o Reino é Deus, nós somos discípulos, mensageiros, anunciadores do Reino de Deus, mas o Reino é Deus”.

Dom Odilo reiterou que a missa de encerramento do Ano da Fé era ocasião para se ganhar a indulgência plenária, levando em conta as condições postas pela Igreja para obter esta graça especial: arrependimento e confissão dos pecados, propósito sincero de vida segundo o Evangelho, profissão de fé, participação na Eucaristia e oração pelo Papa e pela Igreja.

Durante o Ano da Fé, a Arquidiocese de São Paulo, promoveu diversas atividades, junto às seis regiões episcopais, grupos, comunidades, movimentos e pastorais; dentre elas, ocorreram as peregrinações e os diversos cursos bíblicos e orações. “Encerramos o Ano da Fé, e pedimos a Deus que aumente a nossa Fé, nos dê força, coragem, alegria de vivência da Fé, no testemunho da Fé, em todos os lugares em que atuamos”, conclui dom Odilo.

O ano da Fé, que se iniciou em 11/10/2012, surgiu para comemorar o 50º aniversário do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965). Na Carta Apostólica “Porta Fidel” (A Porta da Fé), o Papa Emérito Bento XVI convocou toda a Igreja a promover o Ano da Fé e convidou os católicos a vivê-la intensamente. Seu sucessor, o Papa Francisco, deu continuidade, animando a Igreja de todo o mundo a viver o Ano da Fé, e publicou a encíclica “Lumen Fidei” (Luz da Fé).

Fonte: www.arquidiocesedesaopaulo.org.br

2 - 13ª CAMPANHA NATAL DOS SONHOS

A alegria do prenúncio do Natal fez resplandecer no coração de todos os cristãos o sentimento verdadeiro de solidariedade e amor ao próximo. Foi o que pôde ser percebido no olhar das centenas de pessoas que estavam no “Dia da Grande Arrecadação de Brinquedos”, na manhã de sábado, 23/11, no anfiteatro da FAPCOM, em São Paulo.

Este dia festivo, faz parte da Campanha Natal dos Sonhos, realizada pela Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo, que há 13 anos faz com que o Natal de milhares de crianças seja mais alegre e cheio de esperança.

A 13ª Campanha Natal dos Sonhos tem como tema "Tudo aquilo que se compartilha, se multiplica" (Papa Francisco). Suely Camargo, coordenadora da Pastoral do Menor, explica que o principal objetivo da campanha é o incentivo à solidariedade e “tirar a ideia de apenas dá um brinquedo, mas salientar a importância da solidariedade”.

No início da cerimônia, Dom Júlio Endi Akamine, bispo auxiliar de São Paulo, e referencial para a Educação, e o Ensino Religioso, conduziu a Celebração da Palavra, e refletiu sobre os ensinamentos que o Natal transmite: a partilha da solidariedade e do bem, como forma de multiplicação; o fato de que Deus não dá coisas, pelo contrário, ele dar-se a si mesmo, de todo o seu coração.

Dom Júlio enfatizou que para entrar na dinâmica, na lógica da Salvação de Jesus Cristo, é necessário que as pessoas doem seu tempo e energia em favor da vida, em favor dos mais pobres. “Neste Natal, não vamos dá coisas somente, vamos dá nós mesmos aos outros, a exemplo do filho de Deus, que se deu totalmente a nós, para que pudéssemos ter a vida em plenitude”.

Representantes de diversos organismos que atuam junto às comunidades levaram as crianças que se divertiram durante toda a manhã com apresentações de dança e teatro dos grupos de crianças de colégios católicos, além do coral CUCA, da PUC-SP, que em 2013 completa 40 anos de fundação.

Suely Camargo acredita que a Pastoral do Menor consegue através da Campanha Natal dos Sonhos, propor o que é a essência da própria Pastoral, ‘ser anúncio e denúncia’. “A Campanha Natal dos Sonhos anuncia um Deus Salvador, a chegada do Menino Deus. Convida a todos para que sejam solidários e, ao mesmo tempo, ela denuncia que a criança brasileira se quer tem o direito de brincar. Um direito que é constituído em lei, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Constituição Federal”.

Diversas mães, grávidas ou com crianças de colo, assistidas pelo Amparo Maternal, subiram ao palco representando, simbolicamente, Maria, mulher guerreira, e, seus filhos, o menino Jesus.

A 13ª Campanha Natal dos Sonhos tem o apoio das paróquias, comunidades, colégios e universidades católicas. Nestes lugares, todos podem doar os brinquedos, de preferência novos, ou em bom estado, até a primeira semana de dezembro. Mais informações poderão ser obtidas ligando na Pastoral do Menor pelo telefone: 11 - 3105-0722

Campanha Natal dos Sonhos

A Campanha Natal dos Sonhos nasceu no ano 2000, por iniciativa de um empresário, que tinha como objetivo ver o maior número de crianças felizes. Ele procurou o, até então arcebispo de São Paulo, cardeal dom Cláudio Hummes, hoje arcebispo emérito, que, de prontidão, apoiou o projeto, delegando à Pastoral do Menor, que já possuía uma grande inserção com crianças, a coordenação da campanha junto ao idealizador.

Ao perceber que a Igreja já havia abraçado a proposta da campanha, o empresário sentiu-se realizado e a Campanha Natal dos Sonhos passou a ser coordenada apenas pela Pastoral do Menor, em parceria com algumas entidades, a partir da sua 5ª edição.

Fonte: www.arquidiocesedesaopaulo.org.br


Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Dezembro 2013
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa - SP
Site da Paróquia: http://www.pnslourdes.com.br

ACONTECEU NA PARÓQUIA

1 -    PRIMEIRA EUCARISTIA


A primeira Eucaristia em nossa paróquia foi realizada no dia 10 de novembro, na Missa das 10h30. Dezesseis crianças receberam Jesus Eucarístico pela primeira vez, em uma Celebração solene presidida pelo nosso pároco Frei Egisto, com muita alegria com a presença maciça das famílias dos catequisandos. E nós catequistas, rogamos a Deus para que esta seja a primeira de muitas eucaristias e que Jesus seja presença concreta na vida dessas crianças.


2 -    CRISMA


No dia 17 de novembro na Missa das 19h00, o Bispo da Região Episcopal Lapa, Dom Júlio Endi Akamine crismou vinte e dois jovens e uma mulher adulta. Celebração solene, simples, alegre e a Igreja estava repleta de fiéis e familiares dos crismandos.


3-    ORDENAÇÃO DIACONAL


No dia 24 de novembro de 2013 foram ordenados diáconos transitórios os frades: Frei Ricardo, Frei Rodolfo, Frei Clébson e Frei Sérgio.

A solene celebração aconteceu na PARÓQUIA AGOSTINIANA RECOLETA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES na cidade de São Paulo. O Bispo ordenante foi o Senhor Dom Fernando Penteado. Depois da celebração compartilhamos um delicioso almoço.

Que Deus abençoe os neo-diáconos e que, com a GRAÇA DE DEUS, possam cumprir aquilo que prometeram.


Fonte: http://minutoaminutocomsantarita.blogspot.com.br/2013/11/ordenacao-diaconal-dos-freis-ricardo.html


4 -    TERÇO DOS HOMENS


Realizado em nossa paróquia na primeira segunda-feira de Dezembro, dia 02, o Terço dos Homens.
Agradecendo a presença  de todos, neste momento de Oração, desejamos um Feliz Natal a todos e um prospero Ano Novo.
Em Janeiro nosso terço em louvor a São José será  dia 5, primeira segunda-feira.
Convidamos os homens a participar neste momento de oração.


Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Dezembro 2013
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
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MENSAGEM DO DÍZIMO

Caríssimos,

Grande parte dos dizimistas, tanto os antigos como os mais recentes, no exercício de sua fidelidade dizimal, acabam por transformá-la em um compromisso entre os demais de sua rotina de vida e paulatinamente vão deixando de refletir com maior intensidade sobre o significado de sua condição de dizimistas na comunidade.

Mas o fim do ano se aproxima e em atitude de avaliação da nossa caminhada de fé talvez valha a pena refletir um pouco sobre isso e, claro, sobre outros aspectos de nossa pertença à Igreja, Corpo de Cristo, povo de Deus e com Deus – a caminho.

Quantas situações acontecidas neste ano que cada um pode rememorar – algumas muito alegres e dignas de celebração, outras tristes que só nos fazem lamentar. Existem, também e até em maior número, as situações que preencheram nossa rotina apressada e das quais já nem conseguimos nos lembrar. Esquecemos a maioria das coisas que acontecem em nosso dia a dia e muito poucos se lembram até mesmo do que aconteceu no dia de ontem.

O risco do esquecimento é uma das causas que exigem de nós a celebração da vida, para que não nos esqueçamos daquilo que é essencial.

Por isso celebramos os aniversários e, dentre eles, o aniversário mais especial que é o Natal, festa do nascimento do menino Jesus, prenúncio e início do mistério pascal de Cristo que se consuma na sua paixão, morte e ressurreição – e que, como memorial vivo de nossa libertação, nós celebramos na Eucaristia em contínua atualização do Mistério de Cristo.

O dízimo deve ser visto nessa dimensão celebrativa, afinal, ele é o fruto do nosso trabalho, dom que recebemos de Deus e que a Deus restituímos com espírito de ação de graças, tanto por tudo que Deus nos oferece gratuitamente, quanto pelo privilégio de poder partilhar entre irmãos.

O dízimo é um acontecimento que gera vida e dinamismo à nossa comunidade e que traz a ela a possibilidade de proclamar a Boa Nova de Deus a todas as pessoas de boa vontade.

A equipe da pastoral do dízimo e o Pároco Frei Egisto expressa a todos os paroquianos os votos de um Santo Natal e um feliz e abençoado Ano Novo!


Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Dezembro 2013
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
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PARABÉNS DIZIMISTAS

FELICITAÇÕES AOS ANIVERSARIANTES DIZIMISTAS


“Cada um dê conforme manda seu coração, não de má vontade ou constrangido, pois Deus ama quem dá com alegria”( 2 Cor 9,7).

Querido(a) Dizimista,

Quando alguém da Comunidade faz aniversário celebra o dom da vida, toda a Comunidade também se alegra junto. 

Por sua atuante presença e generosa fidelidade dizimista – dons de inestimável valor e manifestação concreta do amor divino que se derrama entre nós, queremos estar juntos com você nesta sua festa.

E pedindo a Deus que abençoe e ilumine todos os seus passos, a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, por seu Pároco Frei Egisto Cansian, OAR e a Pastoral do Dízimo, desejamos a você muitas felicidades.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

Aniversariantes de Dezembro: Agemir Barboza, Amélia Monicci, Ana Maria Martinho, Ana Maria Venturini, Beatriz do Amaral Soares Teves, Daisy Branco Ricci, Davina Giroto Altheman, Dominga Voltani de Lima, Geraldo Martins da Silva, Leslie Fernandes dos Santos, Lina Libera Muccino Spidalieri, Marcelo José Martins da Silva, Maria Amélia Figueiredo dos Santos, Maria Antônia Rodrigues Gonçalves, Maria de Lourdes de Souza, Maria dos Anjos Cunha Fonseca, Maria Elizete Santana, Maria Marta Altheman, Mariana Bonjovani Gennarini, Mariete Medeiros de Araújo, Messias Vicente Pereira, Nathália Barboza, Raul Fonseca Dias, Reinaldo Zanon Neto, Rita de Cássia Pereira da Silva, Rosa Cavaliere Silva, Wagner Caproni.


Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Dezembro 2013
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
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COTIDIANO: RIVALIDADE FRATERNA

"Rivalidade Fraterna: Amor e ódio entre irmãos"

Na segunda-feira, 18/11/2013, Mateus Solano e Paolla Oliveira protagonizaram uma cena forte e dramática que deixaria evidente o tema da rivalidade fraterna que, na novela “Amor à Vida”, chegou a níveis extremos.

De acordo com a Psicanálise, a expressão “rivalidade fraterna” refere-se a uma constelação complexa de sentimentos e suas causas. Este complexo de emoções tem a ver com irmãos e apresenta como fonte os anseios da criança com relação aos pais.

Quando a criança se sente menosprezada pelos pais (ou por um deles) acreditando que o irmão receba atenção especial, teme que os pais o rejeitem. Esse foi o caso de Félix que representa os espasmos da rivalidade fraterna sentindo-se desesperadamente marginalizado por seu pai. Assim, em razão desse sentimento, Paloma (sua irmã na trama) tornou-se um espinho em sua carne.

A questão da rivalidade fraterna surge em algumas histórias bíblicas como, por exemplo, Caim e Abel e José do Egito.

Na primeira, Caim mata Abel enciumado por Deus ter preferido as ofertas de seu irmão. Na segunda, José era o filho preferido de Jacó e esse favoritismo valeu-lhe o ódio dos irmãos que o venderam como escravo a mercadores.

O temor de que não se possa obter o amor e a consideração dos pais é o que inflama a rivalidade fraterna, pois, quando nascemos, nossos primeiros objetos de amor são nossos pais.

Essa relação de amor e ódio pode surgir entre os irmãos, pois, na imaginação infantil, o irmão aparece como um intruso que vem dividir (ou até roubar) o amor dos pais.

A rivalidade fraterna pode ser pensada como uma experiência normal que será superada dando lugar a uma relação de solidariedade, companheirismo e cumplicidade entre os irmãos. No entanto, quando não superada, pode causar prejuízos ao funcionamento familiar e até mesmo chegar a extremos.

Em “Amor à Vida”, Félix e Paloma romperam relações, deixando uma família horrorizada com as conseqüências de tanto ódio.

Na história bíblica de Esaú e Jacó que relata a rivalidade entre irmãos gêmeos, tendo a mãe no centro da disputa, temos a possibilidade de reconciliação dos irmãos que se concretiza.

Portanto, só resta saber se ao final de “Amor à Vida”, Félix e Paloma (como em Esaú e Jacó) se reconciliarão e a rivalidade finalmente, mesmo que tardiamente, seja superada.

Vanusa do Reis Coêlho Rodrigues

Vanusa Coêlho é graduada em Ciências Contábeis e Letras/Inglês. É Especialista em Neuro aprendizagem e em Psicopedagogia Clínica e institucional. É Personal Coach e Practitioner em Programação Neurolinguística. Possui MBA em Recursos Humanos; Certificação em Mediação PEI e Curso de aperfeiçoamento em TDA/TDAH.

Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Dezembro 2013
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
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domingo, 3 de novembro de 2013

PALAVRA DO PÁROCO:

Belos exemplos

Neste mês, em especial dia dois, nosso coração terá uma forte lembrança cheia de saudade dos nossos entes queridos falecidos.  Hoje, gostaria sim é de trazer o bem que essas pessoas queridas deixaram em nossa vida. O quanto foi importante tudo que ganhamos com a convivência no dia a dia ao lado deles.

Esses nossos entes queridos souberam cativar os corações e essa marca ficou em nossos corações, deixando bons exemplos e testemunho de amor, humildade, honestidade e paciência. Suas presenças alegres e cheias de ternura permanecerão sempre viva em nós.

Aos entes queridos que souberam viver a vida com intensidade e gratidão e nós que tivemos a felicidade de fazer parte da vida deles, vamos aqui distribuir um pouco do muito que eles nos transmitiram.

Lá no céu onde vocês se encontram hoje, continuem intercedendo por nós, para que nunca falte o verdadeiro amor que precisamos que é Deus.

Com admiração, por tudo de bom que vocês construíram e ninguém via, nossa gratidão, rezando:

Senhor que perdoais os pecados e quereis a salvação de todos os homens: Por intercessão da Virgem Maria, de São José e de todos os Santos, dai a todos os que já partiram deste mundo, particularmente nossos pais, irmãos, parentes e benfeitores, a alegria da Bem Aventurança Eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

Frei Egisto Cansian, OAR.


Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Novembro 2013
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
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FINADOS: CELEBRAÇÃO DA FÉ E DA ESPERANÇA

No dia 2 de novembro, celebramos de modo especial a memória dos nossos irmãos já falecidos, rogando a Deus por eles. A liturgia realça a ressurreição e a vida, tendo como referência a própria ressurreição de Cristo.

Embora sintamos a morte de alguém, acreditamos na vida eterna. Por isso Santo Agostinho nos recomenda: “Saudade sim, tristeza não.”.

ORIGEM - A lembrança dos falecidos sempre esteve presente nas celebrações da Igreja, com um momento especial na missa, desde início do cristianismo. Já no primeiro século, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitavam os túmulos dos mártires nas catacumbas para orar por eles. No século IV, já se encontra a memória dos mortos na celebração da missa. Desde o século V a Igreja dedica um dia por ano para fazer oração por todos os falecidos. Mais tarde, fixou-se o dia 2 de novembro como dia especial de oração pelos mortos.

SOLIDARIEDADE ESPIRITUAL - De acordo com a doutrina cristã, existe um estado de purificação, depois da morte, chamado Purgatório. “Os que morrem reconciliados com Deus, mas carregando faltas, misérias, dívidas espirituais por pecados cometidos, necessitam se purificar para que possam entrar no Reino de Deus, que é o reino da santidade perfeita. Rezamos pelos nossos mortos, pois a Igreja ensina que, pela solidariedade espiritual que existe entre os batizados, temos condições de oferecer preces, sacrifícios em sufrágio das almas do purgatório.” Por isso oferecemos orações e missas pelos falecidos.

SENTIDO DO DIA - Na piedade popular inspirada em nossa fé católica, o Dia de Finados é marcado por três características: é o dia da saudade, o dia de fazer memória, o dia de professar a fé na ressurreição. É dia da saudade, pois nos faz sentir a ausência de quem foi presença em nossas vidas; ao mesmo tempo que se sente a ausência, revive-se a presença. Mas a memória dos entes queridos que partiram é confortada pela nossa fé na ressurreição. Se a certeza da morte nos entristece, a promessa da ressurreição nos faz viver da esperança de que a morte não é o fim da vida, mas é a passagem de uma vida peregrinante por este mundo para a vida na pátria definitiva.

VIDA TRANSFORMADA - Para o cristão, a morte é o início de uma nova etapa. Embora a tristeza nos domine quando perdemos um ente querido, a esperança nos consola, pois, como rezamos na Liturgia, “para os que crêem, a vida não é tirada, mas transformada; e desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível.” A fé na ressurreição encoraja nosso viver e nos impulsiona à prática do bem, deixando-nos conduzir pelo Espírito Santo.

GARANTIA DE RESSURREIÇÃO - O Apóstolo Paulo nos ensina: “Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vós, aquele que ressuscitou Cristo Jesus dentre os mortos dará vida também aos vossos corpos mortais.”

Para essa esperança, o próprio Deus nos deu a garantia ressuscitando o seu Filho Jesus. Se Deus ressuscitou a Ele, então nós temos a prova de que este Deus não deixa os mortos na morte. Se Deus ressuscitou Jesus, diz Paulo, então “Ele também ressuscitará a todos nós.” (1 Cor 6,14)

CHAMADOS À RESSURREIÇÃO - Na Profissão de Fé rezamos: Creio na ressurreição, creio na vida eterna. Que essa fé nos impulsione na caminhada até Deus, seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo. Assim construiremos uma vida feliz que se realizará de forma plena e perfeita após a morte, quando seremos envolvidos pelo abraço amoroso de nosso Pai. Todos nós morremos, mas somos chamados à ressurreição por Cristo. Por isso o Dia de Finados é um convite a celebrarmos a vida e a esperança.



Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Novembro 2013
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa - SP
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Morte: oportunidade de encontro com Jesus

A morte como oportunidade de encontro com Cristo


Vou escrever sobre a morte a partir da minha experiência de ter perdido uma pessoa que muito amo nesta vida. Desde pequeno evitava falar na possibilidade de morrer, como se isso jamais aconteceria comigo.

Aos catorze anos de idade fiz a experiência de perder alguém que tanto amo: meu pai. Assistir alguém no seu último suspiro, e não poder fazer nada por esta pessoa, é algo indescritível.

Mais difícil ainda, foi ter que dar a noticia à minha mãe e consolar uma irmã de nove anos de idade e um irmão de dez. Hoje, percebo o quanto eu cresci e amadureci pela fé e oração, com essa experiência de ver alguém que tanto amo partir, sabendo que não o veria no dia seguinte.  

Porém, essa experiência mudou de forma positiva toda a minha vida. A morte do meu pai colocou-me diante de uma realidade nua, crua e dura, no qual experimentei toda a minha fragilidade, medo e questionamentos.

Perguntava-me o que era a morte? Porque temos que morrer? E aos poucos, fui percebendo que na verdade meu maior medo não era de morrer, porém, de viver! Passei a aceitar e compreender o que era a morte, somente no momento em que passei a aceitar e compreender a vida.

A vida é cheia de dúvidas, medos, angústias e enfermidades, e a única certeza absoluta que temos durante nossa caminhada nesta terra é que vamos morrer.

Deveríamos nos preocupar constantemente como estamos vivendo a nossa vida e qual o sentido e significado que dou a esse dom tão precioso recebido de Deus. Por isso, penso que deveríamos trocar o nosso medo da morte, pelo sorrir para a morte. Quando vivemos nossa vida com fé, esperança e amor em Cristo Jesus – caminho, verdade e vida, somos capazes de sorrir para a morte e fazermos nossa passagem em paz e ao mesmo tempo aceitar a passagem de nossos entes queridos.

Hoje tenho a oportunidade de acompanhar os velórios no cemitério da Lapa e celebrar com as famílias as exéquias nos domingos, pela manhã e pela tarde. Gosto de falar para as pessoas que perderam seus entes queridos que antes de celebrarmos a morte, devemos celebrar a vida. Então, podemos nos perguntar: o que a morte diz para nós? Ela é uma realidade que desperta em nós desespero ou esperança? Dúvida ou fé? Medo ou amor?

A morte sempre nos impressionará não por ela ser a morte de uma pessoa conhecida ou desconhecida nossa, mas pelo simples fato de que ela continuará a existir para a nossa realidade humana, podendo ser até um grande escândalo para a nossa realidade corporal, porém, não para a nossa realidade espiritual.

Hoje, compreendo melhor e posso afirmar isso para muitas pessoas: pelo fato de morrer, nós não saímos do caminho das pessoas que aqui ficam, somente passamos para o outro lado do caminho. Um caminho que já não é mais o caminho físico, porém, um caminho espiritual. Morremos para vivermos agora nos sentimentos e nos pensamentos das pessoas que aqui deixamos e que vamos encontrá-las em Cristo Jesus, na Vida Eterna, onde todos viverão para sempre.

Nossa vida é como uma pequena sementinha, que lançada na terra, crescerá, multiplicará e morrerá. Ignorar ou fingir que a morte não existe, é negar o autêntico valor da vida. O que mais deveria nos intrigar ou entristecer, é que depois da morte de uma pessoa, tudo entra de novo na rotina como se ela nem tivesses existido.

Para mim, o que há de teológico na morte é a esperança no Amor, e Deus para nós é a fonte inesgotável desse amor. A esperança faz-nos dizer sim a uma realidade já percebida de forma parcial, porém, não em plenitude ainda, porque ela faz despontar em meu coração o sentimento do amor. No amor há e sempre haverá uma perspectiva de esperança.


Frei Laércio da Cruz, OAR.


Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Novembro 2013
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa - SP
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AGENDA PAROQUIAL

NOVEMBRO DE 2013 - ANO DA FÉ

01
SEX
1ª sexta feira Hora Santa e Missa a partir das 18h00

02
SAB
Finados – Missas: Cemitério 15h00 e na Matriz: 18h00

03
DOM

 

04
SEG
Terço dos Homens às 20h00

09
SAB
“Ação entre Amigos”,  às 19h30

10
DOM
1ª Eucaristia  às 10h30
14
QUI
Preparação de Pais e Padrinhos às 20h00

15
SEX
Feriado – Proclamação da República

17
DOM
Crisma às 19h00

Confraternização às 12h00 Salão Frei Hilton

20
QUA
Feriado Dia Consciência Negra

22
SEX
Sta. Rita Missa e chá a partir das 15h00

23
SAB
Bazar Beneficente às 8h30

Reunião dos Coroinhas às 10h30

Reunião da LM às 15h00

24
DOM
Ordenação Diaconal dos Freis:
Clébson, Ricardo, Rodolfo e Sérgio Sambl, Agostinianos Recoletos,  às 10h30.

ENCERRAMENTO DO ANO DA FÉ

30
SAB
Bazar Beneficente às 8h30- Salão Santa Mônica.

FRASAR- confraternização no Salão Frei Hilton.




Jornal Online “A Voz de Lourdes” - Novembro 2013
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa - SP
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