sábado, 5 de novembro de 2016

NOTÍCIAS DA IGREJA: PARÓQUIA N. SRA. DE LOURDES

a) Missa da Família


No dia 09 de 0utubro aconteceu mais uma Missa da Família, às 19h, presidida por Frei Toninho. Quatro casais renovaram o casamento e foram abençoados pelo Frei. As crianças também receberam a bênção pelo dia próximo ao dia 12, dia das crianças.

b) Formações na nossa Paróquia

As Etapas Formativas continuam neste mês de novembro: dias 14 e 28. Inscrições poderão ser feitas no dia.
c) "Missa e Ato Mariano Vocacional" preparados pelo Serviço de Animação Vocacional.
A Santa Missa foi presidida pelo Missionário Agostiniano Recoleto Frei Joseph Shonibare (prior da missão de Pauiní-AM).( Veja fotos na Galeria de fotos do site da paróquia)
d) Visita Missionária de Frei Joseph Shonibare à nossa comunidade.
Sua presença deu-se no intuito de animar nossas comunidades no referente à missão dos Frades Agostinianos Recoletos na Prelazia de Lábrea (AM). (Acesse http://www.pnslourdes.com.br/galeria.htm para ver as fotos).

e) No dia 22 de outubro aconteceu no salão Frei Hylton Miranda a feijoada organizada pela Comunidade Eucarística Voz dos Pobres. Na oportunidade, fizeram-se presente membros da referida comunidade e paroquianos além dos frades do Teologado Santa Mônica.

f) FRADES AGOSTINIANOS RECOLETOS NO CAPÍTULO E O ENCONTRO COM O PAPA FRANCISCO


O encontro deu-se devido a realização do 55º Capítulo Geral que acontece em Roma. De nossa província, participaram os Freis Nicolau, Sérgio Peres, Ademir e Wesley. (Acesse http://www.pnslourdes.com.br/galeria.htm para ver as fotos).

g) Primeira Eucaristia e Batismo



Na missa das 10hs30 deste dia 23.10.16, celebrou-se o Batismo de dois adultos e a Eucaristia de 5 adultos. (Acesse http://www.pnslourdes.com.br/galeria.htm para ver as fotos).


Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Novembro de 2016
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa – SP
Site da Paróquiahttp://www.pnslourdes.com.br

NOTÍCIAS DA IGREJA: REGIÃO EPISCOPAL LAPA




Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Novembro de 2016
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NOTÍCIAS DA IGREJA: ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

8º Assembleia das Igrejas acontece em Itaici - SP

Créditos: Redação com Regional Sul 1 da CNBB

“Nova Pastoral Familiar à luz da Exortação Apostólica Pós-sinodal Amoris Laetitia” é o tema central da 38ª Assembleia das Igrejas Particulares (AIP), que  começou nesta sexta (14) à domingo (16), em Itaici (Vila Kostka), município de Indaiatuba (SP).

O tema central foi escolhido, dentre outras sugestões apresentadas durante a Assembleia Regional dos Bispos, realizada em junho, em Aparecida. Para ajudar na preparação da Assembleia das Igrejas foi elaborado um o texto base e enviado aos participantes.

Sobre a Assembleia das Igrejas – Segundo o Estatuto do Regional,  a Assembleia das Igrejas particulares é órgão que expressa a comunhão, a participação e a missão das Dioceses deste Regional e chama-se Assembleia das Igrejas porque tem a participação de leigas e leigos que atuam nas Igrejas locais.

A Arquidiocese de São Paulo  também está  presente nesta assembleia, representada por Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, todos os bispos auxiliares, padres coordenadores de pastoral, e os leigos das seis regiões episcopais.




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NOTÍCIAS DA IGREJA: CNBB

Campanha para a Evangelização reflete compromisso com a missão da Igreja

Edição deste ano propõe o lema “Ele está no meio de nós”
Na preparação para a celebração do Natal, o tempo do Advento é marcado pela espera da chegada do Messias. No Brasil, este tempo litúrgico ganha especial motivação com a reflexão e o aprofundamento do compromisso dos fiéis e das comunidades com a missão da Igreja de Evangelizar propostos pela Campanha para a Evangelização (CE), promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Na edição deste ano, o lema escolhido é “Ele está no meio de nós”.
Criada em 1997, durante a Assembleia Geral da CNBB, e iniciada em 1998, a Campanha tem como objetivo favorecer a vivência do tempo litúrgico do Advento e mobilizar a todos para uma Coleta Nacional que ofereça recursos a serem aplicados na sustentação do trabalho missionário no Brasil. Tal iniciativa considera a ajuda para dioceses de regiões mais desassistidas e necessitadas. 
O objetivo da Campanha é despertar os discípulos e as discípulas missionários para o compromisso evangelizador e para a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais no Brasil.
A abertura da CE é realizada na Festa do Cristo Rei, encerramento do Ano Litúrgico, este ano, dia 20 de novembro. A conclusão acontece no terceiro domingo do Advento, dia 11 de dezembro, quando deve ser realizada, em todas as comunidades católicas, a Coleta para a ação evangelizadora no Brasil.
No texto motivacional da CE, encontra-se a seguinte explicação: “A Campanha da Evangelização deseja suscitar um renovado amor missionário nos fieis. Assim, seguindo o exemplo do Pai das misericórdias, que saiu ao encontro dos dois filhos que necessitavam de acolhimento e compreensão, todos anunciarão ao mundo que, não obstante nossas faltas e desmerecimentos, somos profundamente amados pelo Pai e podemos fazer a experiência da presença do Senhor no meio de nós".

CNBB apresenta texto-base da Campanha da Fraternidade 2017

 

Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da visa” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15), a iniciativa alerta para o cuidado da criação.

Créditos: Redação com CNBB Regional Sul I
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade (CF) de 2017. Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da visa” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15), a iniciativa alerta para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros.
Segundo o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a proposta é dar ênfase a diversidade de cada bioma e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles habitam, especialmente à luz do Evangelho. Para ele, a depredação dos biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão interior. “Ao meditarmos e rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem sejamos conduzidos à vida nova”, afirma.
Ainda de acordo com o bispo, a Campanha deseja, antes de tudo, que o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. “Cultivar e guardar nasce da admiração! A beleza que toma o coração faz com que nos inclinemos com reverência diante da criação. A campanha deseja, antes de tudo, levar à admiração, para que todo o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos conduzidos à conversão, isto é, cultivar e a guardar”, salienta.
Além de abordar a realidade dos biomas brasileiros e as pessoas que neles moram, a Campanha deseja despertar as famílias, comunidades e pessoas de boa vontade para o cuidado e o cultivo da Casa Comum. Para ajudar nas reflexões sobre a temática são propostos subsídios, sendo o texto-base o principal.
Dividido em quatro capítulos, a partir do método ver, julgar e agir, o texto-base faz uma abordagem dos biomas existentes, suas características e contribuições eclesiais. Também traz reflexões sobre os biomas e os povos originários, sob a perspectiva de São João Paulo II, Bento XVI e o papa Francisco. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2017.

Cartaz

Para colocar em evidência a beleza natural do país, identificando os seis biomas brasileiros, o Cartaz da CF 2017 mostra o mapa do Brasil, em imagens características de cada região. Compõem também o cenário, como personagens principais, os povos originários; os pescadores e o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, acontecido há 299 anos. Além da riqueza dos biomas, o cartaz quer expressar o alerta para os perigos da devastação em curso, além de despertar a atenção de toda a população para a criação de Deus.

CNBB: “PEC 241 é injusta, seletiva, supervaloriza o mercado e afronta a Constituição”

Em coletiva à imprensa, no dia 27de outubro, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de autoria do Poder Executivo. 
Apresentada como fórmula para alcançar o equilíbrio dos gastos públicos, a PEC 241 limita, a partir do ano que vem, as despesas primárias do Estado, como a educação, saúde, infraestrutura, segurança, funcionalismo e outros, para os próximos 20 anos.
Na nota, os bispos afirmam que a proposta é injusta e seletiva. “Ela elege, para pagar a conta do descontrole dos gastos, os trabalhadores e os pobres, ou seja, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos constitucionais sejam garantidos”, diz um trecho.
O texto, lido pela presidência da CNBB, enfatiza que a proposta supervaloriza o mercado em detrimento do Estado e garante, ainda, que a mesma é um afronte à Constituição de 1988. “Ao tratar dos artigos 198 e 212, que garantem um limite mínimo de investimento nas áreas de saúde e educação, ela desconsidera a ordem constitucional”, afirma o texto.
Como sugestão para reverter o caminho, no final, a CNBB afirma que a PEC precisa ser debatida de forma ampla e democrática. Para a entidade, a mobilização popular e a sociedade civil são fundamentais para superação da crise econômica e política. “A CNBB continuará acompanhando esse processo, colocando-se à disposição para a busca de uma solução que garanta o direito de todos e não onere os mais pobres”, diz o trecho final.



Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Novembro de 2016
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
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NOTÍCIAS DA IGREJA: PAPA FRANCISCO

Papa aos Agostinianos: sejam criadores de comunhão na misericórdia

Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta quinta-feira (20/10), na Sala Clementina, no Vaticano, os sessenta participantes do 55º Capítulo Geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos.  
O Pontífice deu as boas-vindas aos presentes e destacou o lema deste capítulo, uma frase que saiu do fundo do coração de Santo Agostinho: “Toda a nossa esperança está na grandeza da Tua misericórdia. Dai-me o que me ordenas e ordena-me o que quiserdes.”.
“Esta invocação nos leva a ser homens de esperança, ou seja, com horizontes, capazes de colocar toda a nossa confiança na misericórdia de Deus, conscientes de que somos incapazes de enfrentar sozinhos com as nossas forças os desafios que o Senhor nos apresenta. Somos pequenos e indignos, porém em Deus está a nossa segurança e alegria. Ele nunca decepciona. É o único que nos leva por caminhos misteriosos com amor de Pai.”
O Papa Francisco destacou que este Capítulo Geral dos Agostinianos Recoletos “quis rever e colocar diante de Deus a vida da Ordem, com seus anseios e desafios para que o Senhor lhes dê luz e esperança. Para buscar a renovação e impulso é necessário voltar-se para Deus e pedir-lhe o novo mandamento que Jesus nos deu: ‘Amem-se uns aos outros. Assim como eu amei vocês’. Pedimos o seu amor para que sejamos capazes de amar”. 
“Olhamos ao passado e damos graças por tantos dons recebidos. Fazemos esta viagem histórica segurando na mão do Senhor, pois é Ele quem nos dá a chave para interpretá-la. Não se trata de fazer história, mas descobrir a presença do Senhor em cada acontecimento, em cada etapa da vida. O passado nos ajuda a voltar ao carisma e saboreá-lo com todo o seu frescor e integridade. Ele também nos dá a possibilidade de analisar as dificuldades que surgiram e como foram superadas a fim de enfrentar os desafios atuais, olhando para o futuro. Este caminho, junto com Jesus, se tornará uma oração de ação de graças e purificação interior.”
O Papa disse ainda que quando o Senhor está no centro de nossa vida tudo é possível e convidou os Agostinianos Recoletos a serem "criadores de comunhão". 
“Somos chamados a criar, com a nossa presença no mundo, uma sociedade capaz de reconhecer a dignidade de cada pessoa e compartilhar o dom que cada um é para o outro. Com o nosso testemunho de comunidade viva e aberta que o Senhor nos ordena, através do sopro do seu Espírito, podemos atender às necessidades de cada pessoa com o mesmo amor com que Deus nos amou. Este é o poder que levamos, não os nossos próprios ideais e projetos; mas a força de sua misericórdia, que transforma e dá vida.”
O Papa convidou os religiosos prosseguirem com espírito renovado o sonho de Santo Agostinho: viver como irmãos “com um só coração e uma só alma” que reflete o ideal dos primeiros cristãos e que eles sejam profecia viva de comunhão neste mundo, para que não haja divisão, conflito e exclusão, mas que reine a concórdia e se promova o diálogo”

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REFLETINDO COM SANTO AGOSTINHO


Morte e Ressurreição

“Aos cristãos não é poupado o sofrimento, aliás, a eles cabe um pouco mais, porque viver a fé expressa a coragem de enfrentar a vida e a história mais em profundidade. Contudo só assim, experimentando o sofrimento, conhecemos a vida na sua profundidade, na sua beleza, na grande esperança suscitada por Cristo crucificado e ressuscitado”.

“O Cristo ressuscitado dos mortos, que espalha sobre os homens sua luz e sua paz. Ele que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.”

A vida eterna é que dá sentido à vida humana, ao empenho ético, à entrega generosa, ao serviço abnegado, ao esforço por comunicar a doutrina e o amor de Cristo a todas as almas. A esperança cristã no céu não é individualista, mas refere-se a todos [6]. Com base nesta promessa, o cristão pode estar firmemente convencido de que “vale a pena" viver a vida cristã em sua plenitude. «O céu é o fim último e a realização das aspirações mais profundas do homem, o estado de felicidade suprema e definitiva» (Catecismo, 1024); assim o exprimiu Santo Agostinho nas Confissões: «Fizestes-nos, Senhor, para ti, e o nosso coração está inquieto até descansar em ti» . A vida eterna, com efeito, é o objeto principal da esperança cristã.


«Os que morrem na graça e na amizade de Deus e estão perfeitamente purificados, viverão para sempre com Cristo. Serão para sempre semelhantes a Deus, porque O verão “tal como Ele é" (1 Jo 3,2), “face a face" (1 Cor 13,12)» (Catecismo, 1023). A teologia denominou este estado de “visão beatífica". “Em virtude da sua transcendência, Deus não pode ser visto tal como é, senão quando Ele próprio abrir o seu Mistério à contemplação imediata do homem e lhe der capacidade para isso" (Catecismo, 1028). O céu é a expressão máxima da graça divina.

Por outro lado, o céu não consiste numa pura, abstrata e imóvel contemplação da Trindade. Em Deus o homem poderá contemplar todas as coisas que, de algum modo, fazem referência à sua vida, gozando delas e, em especial, poderá amar àqueles que amou no mundo com um amor puro e perpétuo. «Não o esqueçais nunca: depois da morte há de receber-vos o Amor. E no amor de Deus encontrareis, além do mais, todos os amores limpos que tenhais tido na terra». O gozo do céu chega à sua plena culminância com a ressurreição dos mortos. Segundo Santo Agostinho, a vida eterna consiste num descanso eterno e numa deliciosa e suprema atividade.


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CATEQUESE


Como falar de morte com as crianças

A morte é um assunto difícil de entender até para os adultos. Para os pequenos é ainda mais confuso. Por isso, eles precisam de todo o apoio e sinceridade nos momentos em que devem encarar a perda de uma pessoa próxima. Especialistas explicam o que fazer ou não nessas horas.

1. A partir de que idade se deve falar de morte com as crianças?

Não existe idade certa para tocar no assunto. O ideal é que se espere a necessidade, seja pelo falecimento de alguém conhecido ou a curiosidade do pequeno. “Aos 4 ou 5 anos as crianças começam a entender as relações da vida e a ter acesso maior às informações”, explica o coordenador do curso de Tanatologia (Educação para a Morte) da Disciplina de Emergências Clínicas da FMUSP, Franklin Santana Santos. O que se deve fazer é ir educando seu filho através de exemplos práticos do ciclo da natureza. Semeie uma plantinha e vá mostrando como ela nasce, cresce, adoece e morre. Aquele feijãozinho plantado no algodão pode ser um ótimo aliado. Cantigas, livros infantis e filmes que tratam do assunto também ajudam.

São três pontos que as crianças precisam ir compreendendo com a sua ajuda: a universalidade – tudo que é vivo um dia vai morrer –, a irreversabilidade – quando morre, não há volta – e a não funcionabilidade – depois de morto, o ser não corre, não dorme, não pensa, não age. “As crianças personificam a morte. Imaginam que ela seja uma figura da qual podem escapar ou enganar. É preciso explicar que não é assim”, diz Franklin.
2. Crianças podem ir a velórios ou enterros? 

Não se pode forçar, mas elas se beneficiam de participar junto aos adultos deste ritual de passagem. “Explique direitinho o que é um velório e um enterro e pergunte se ela quer ir. Mas nunca decida pela criança a deixá-la de fora”, indica Silvana Rabello, professora do curso de psicologia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). Os rituais servem para que todos vivenciem melhor a despedida, inclusive os pequenos. E não se preocupe: os especialistas concordam que velórios e enterros não traumatizam as crianças.
3. Como contar para elas que alguém que conhecem morreu? 

Não esconda nada, muito menos invente histórias para poupar os pequenos. Frases como “ele dormiu para sempre”, “descansou” ou “fez uma longa viagem” só vão confundir a cabeça infantil. Crianças levam tudo ao pé da letra e podem achar que a vovó vai acordar ou que todo mundo que viaja nunca volta. 

É muito comum também usar a famosa “o vovô virou uma estrelinha”, que pode levar a criança a acreditar nisso literalmente e ficar elaborando maneiras de chegar até ele. “As crianças de até cerca de 10 anos não abstraem. O seu psiquismo em construção não consegue captar os conceitos subjetivos. Elas pensam de forma concreta e constroem os conceitos a partir do concreto”, enfatiza Deusa Samú, psicóloga clínica especialista em luto.

4. E se a pessoa for muito próxima?

Se a morte for por doença, a criança deve estar a par de todo o processo. Explique que a pessoa está doente e que é grave, lembre do ciclo da vida da plantinha. “Não fale de sopetão. Mas, quando acontecer, use sempre a palavra ‘morte’. Isso é bastante importante para que ela entenda”, ensina Franklin. Se a morte for inesperada, é preciso ser direta e sincera. Abra espaço para tirar todas as dúvidas que podem estar passando pela cabeça do pequeno. Não é necessário esconder as emoções, mas observe se sua atitude não está traumatizando as crianças.


A morte de um animal de estimação também deve ser administrada com cuidado pelos pais

5. Quando ela pergunta o que significa morrer, como explicar? 

“Primeiro, elabore seus próprios conceitos sobre a morte e sobre a possível continuidade da vida, porque só poderemos responder às crianças respeitando nossa própria verdade”, aconselha Deusa.

Depois, explique que nem todos pensam como papai e mamãe. Dê as versões de outras religiões, inclusive do ateísmo. Mais uma vez vem o conselho de todos os especialistas: “seja honesta”. Nem sempre você terá todas as respostas. Que tal dizer “não sei” e se propor a buscar as explicações junto com seu filho?

6. Qual a melhor forma de ajudar a criança durante o luto?

Demonstre que, como ela, você também está sofrendo e sente saudades. Deixe que a criança fale sobre seus sentimentos e, acima de tudo, dê apoio e acolhimento. Garanta que ela nunca estará sozinha e sempre haverá alguém para cuidar dela. Isso porque o ente que se foi pode ser um dos pais ou o pequeno pode começar a pensar na mortalidade deles.
“Não exclua as crianças das conversas, da tristeza. Ouça o que elas têm pra falar ou peça para que desenhem o que estão sentindo”, indica Silvana.
É natural que os pequenos apresentem mudanças de comportamento depois que recebem a notícia da morte de alguém com quem convivem. Além do choro e da raiva, alguns começam a ir mal na escola, ficam hiperativos ou fazem xixi na cama. Considere a ajuda de um psicólogo e até da escola. É importante que a criança sinta que tem o apoio e a atenção dos colegas e dos professores.
Como acontece com os adultos, a memória afetiva nunca vai desaparecer. Mas, depois de certo tempo, acontece o chamado luto saudável, quando se percebe que é possível se lembrar do ente querido de forma leve e sem sofrimento. 




Jornal Online “A Voz de Lourdes” – Novembro de 2016
Compilação e Edição: Sérgio Bonadiman - Revisão e Publicação: Dermeval Neves
Responsabilidade: PASCOM Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Vila Hamburguesa – SP
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PROJETO DE VIDA E MISSÃO

Projeto de Vida e Missão 2015 — 2019 Província Santa Rita de Cássia (Continuação)

5.- RESPONSABILIDADES
- Realizar encontros com os Priores locais e Párocos para animá-los no serviço da comunidade e orientá-los no desempenho de suas atribuições.
- Aprovar o Plano Provincial de Ação Missionária e as Diretrizes do Apostolado Agostiniano Recoleto para sua aplicação imediata nas Paróquias.
- Incluir a data do dia 19 de todo mês no calendário provincial para rezar pelas missões OAR.
- Propor acordo de colaboração com a Província de São Nicolau para o intercâmbio de religiosos com a Missão de Lábrea.
- Nomear um frade responsável pela JAR para cada região (ES/RJ e SP/MG).
- Nomear um frade responsável pela JAR para cada comunidade.
- Manter liberados os promotores vocacionais das regiões São Paulo e Espírito Santo/Rio de Janeiro.
- Empenhar-se na consolidação da equipe vocacional interprovincial no Brasil (auxiliado pelos promotores vocacionais).
- Constituir as equipes de formação com, pelo menos, três religiosos. O mestre tenha dedicação em tempo integral.
- Os mestres disponham de uma preparação adequada para o acompanhamento pessoal, com cursos correspondentes.
- Estudar as prioridades da Província no que corresponde a formação específica de religiosos.
- Destinar dois religiosos para fazer especialização em Filosofia, tendo em vista a qualificação do Instituto Agostiniano de Filosofia (IAF).
- Continuar investindo na formação para a Pastoral Vocacional e Juvenil.
- Nenhum religioso tem direito de possuir conta bancária em nome próprio, exceto a conta aposentadoria. Caso seja necessário, a conta será aberta em conjunto com outro religioso e com autorização do Prior Provincial por escrito.
- Nas casas cujo patrimônio é da Província, após estudo e orientação profissional, se for necessário, constitua-se um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) de filial e faça-se a prestação de contas à comunidade local e à Cúria Provincial.
- O Ecônomo Provincial não exerça a função de pároco para melhor ajudar nas diversas necessidades que dizem respeito à economia da Província.
- Retomar o estudo dos contratos de nossas paróquias com as Dioceses e dar uma resposta sobre a conveniência ou não de realizar os mesmos conforme cada caso, após consulta a um canonista (junto com o ecônomo provincial e os respectivos párocos).
- O próximo Capítulo Provincial seja celebrado em janeiro de 2020.
- O Capítulo Provincial designa a casa de São José, em Ribeirão Preto, como sede da Província.

- A Equipe de Comunicação seja constituída pelos responsáveis dos veículos de comunicação da Província (Boletim Oficial, Mensageiro de Santa Rita. Site, Blog, Mídias sociais, Boletins de notícias...) e pelo secretário provincial.
- A Equipe de Comunicação assuma a confecção e publicação do Boletim Oficial e da revista Mensageiro de Santa Rita.
- O escritório da Equipe de Comunicação seja onde funciona a revista Mensageiro de Santa Rita.
- Estabelecer passos e prazos com o Bispo diocesano de Franca para entrega da Paróquia Sagrado Coração de Jesus.

- Os Secretariados e órgãos de serviços da Província ficam assim constituídos:
Secretariado de Animação Vocacional e Formação Inicial, Secretariado de Espiritualidade e Formação Permanente. Secretariado de Apostolado e Pastoral da Juventude, Conselho de Economia e Equipe de Comunicação.
- O Prior Provincial e seu Conselho elaborem uma ficha relatório para que os secretariados, Conselho de Economia e Equipe de Comunicação, registrem as atividades mais relevantes durante o ano.
- Dedicar a Assembleia Provincial do ano 2017 ao estudo das determinações do 55º Capítulo Geral.
- Estudar a possibilidade de abrir o processo de reconhecimento das virtudes heroicas de frei Santos Ramírez.
- O Capítulo Provincial determina que sejam quatorze (14) os delegados eleitos ao próximo Capítulo Provincial, assim distribuídos: cinco (05) pelos ministérios do Estado do Espírito Santo e da cidade do Rio de Janeiro; cinco (05) pelos ministérios do Estado de São Paulo e quatro (04) pelos formadores e promotores vocacionais.
- O Prior Provincial faça uma consulta aos religiosos que gozam de voz ativa, segundo o n. 388 do Código Adicional para que o Capítulo Provincial determine qual será a formula de eleição do próximo Prior Provincial.

- Vender os imóveis que não tem retorno e nenhuma perspectiva econômica. Aplicar o dinheiro adquirindo imóveis preferencialmente na planta.
- Fazer auditoria na Associação Agostiniana Recoleta de Beneficência e Educação (AAR-BE); após cada Capítulo Provincial.

Secretário provincial
- Atualizar a base de dados da Província em consonância com a Ordem

- Todas as paróquias sob a responsabilidade da Província colaborem mensalmente com os Seminários de Filosofia e Teologia. O Ecônomo Provincial e o Pároco, se for preciso, conversem com o Bispo diocesano e o Conselho Administrativo Paroquial; determine-se o valor que será depositado numa conta expressamente dedicada a esta finalidade.
- Nas casas cujo patrimônio é da Província, após estudo e orientação profissional, se for necessário, constitua-se um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) de filial e faça-se a prestação de contas à comunidade local e à cúria provincial.
- Realizar e/ou atualizar o inventário de todos os bens de cada residência de propriedade da Província. Elaborar um modelo e orientações adequadas. (Fazer isto junto com o Conselho de economia)
- Estabelecer as prioridades e um cronograma de reforma do Seminário Teológico Santa Mônica (junto com o prior da comunidade).
- Retomar o estudo dos contratos de nossas paróquias com as Dioceses e dar uma resposta sobre a conveniência ou não de realizar os mesmos conforme cada caso, após consulta a um canonista (junto com o prior provincial e os respectivos párocos)
- Ao final de cada ano o Presidente do Conselho de Economia envie à Cúria Provincial o relatório das atividades desenvolvidas durante o ano.

Presidente do Secretariado de Espiritualidade

- Nomear uma equipe em cada região para organizar e animar os retiros mensais.


- Realizar, na medida do possível, o retiro anual em conjunto com as demais províncias em dois grupos com datas diferentes.
- Promover dois encontros regionais e dois nacionais das Fraternidades Seculares Agostinianas Recoletas e convidar as demais províncias do Brasil.
- Elaborar, anualmente, o programa de Formação Permanente da Província em consonância com o Programa da Ordem logo que for publicado.
- Realizar encontros de frades por gerações, em três etapas (uma etapa por ano), conforme o tempo de profissão solene: 1) até 10 anos, 2) de 11 a 30 anos e 3) acima de 30 anos.
- Ao final de cada ano o Presidente do Secretariado envie à Cúria Provincial o relatório das atividades desenvolvidas durante o ano.

Presidente do Secretariado de Apostolado

- Elaborar um Plano Provincial de Ação Missionária, que contemple a formação inicial, as missões paroquiais e o apoio à Missão de Lábrea. Enviá-lo às casas da Província. (Cf. 3.E.3 PVM-OAR).
- Promover um encontro regional (ES/RJ e SP) para frades e agentes de pastoral para estudo do Plano Provincial de Ação Missionária e das Diretrizes do Apostolado Agostiniano Recoleto.
- Concluir o Plano Provincial de Ação Missionária e as Diretrizes do Apostolado Agostiniano Recoleto na reunião dos Priores.
- Celebrar em todas as comunidades o Dia das Missões de Lábrea no primeiro domingo de outubro. Para isso, deve-se providenciar materiais pertinentes às missões. Fazer uma co-leta destinada às missões de Lábrea (juntamente com os párocos).
- Elaborar as Diretrizes do Apostolado Paroquial Agostiniano Recoleto na Província.
- Promover um encontro regional (ES/RJ e SP) para lideranças dos diversos grupos de jovens.
- Promover dois encontros regionais (ES/RJ e SP/MG) para as JAR.
- Promover um encontro provincial para as JAR.
- Promover um encontro para os frades responsáveis pelas JAR’s.
- Pedir e manter, na medida do possível, religiosos preparados para dar continuidade no serviço que lhes foi encomendado.
- Ao final de cada ano o Presidente do Secretariado envie à Cúria Provincial o relatório das atividades desenvolvidas durante o ano.

Presidente do Secretariado de Formação

- Realizar anualmente o Curso de Férias para todos os formandos de Filosofia e Teologia, tendo como finalidade a convivência entre formandos, a formação própria e a experiência de trabalho comunitário.
- Promover Semanas de Formação Própria e de Espiritualidade OAR em São Paulo, com especialistas da Ordem e/ou outros.
- Estabelecer orientações precisas para o Ano de Integração Comunitária e Pastoral.
- Ao final de cada ano o Presidente do Secretariado envie à Cúria Provincial o relatório das atividades desenvolvidas durante o ano.

Equipe de Formação
- Aplicar o Itinerário Formativo Agostiniano Recoleto (IFAR) em todo o processo formativo.
- Concluir a elaboração do Regimento Interno de Formação do Seminário Teológico Santa Mônica (Equipe de Formação do Teologado).

- Os estudos teológicos sejam concluídos com a obtenção, ao menos, do título de Bacharel em Teologia (Mestre de professos).


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